NJDC 307

Obra: A Nova Jerusalém e Sua Doutrina Celeste

Autor: Emanuel Swedenborg

Texto Completo

. Do Senhor no céu. Que o Senhor apareça no céu como Sol e como Lua; como Sol aos que estão no reino celeste, e como Lua aos que estão no reino espiritual (n. 1053, 1521, 1529-1531, 3636, 3641, 4321, 5097, 7078, 7083, 7173, 7270, 8812 e 10809). Que a luz que procede do Senhor como Sol seja o Divino Vero, do qual os anjos têm toda sabedoria e inteligência (n. 1053, 1521-1533, 2776, 3138, 3195, 3222, 3223, 3225, 3339, 3341, 3636, 3643, 3993, 4180, 4302, 4415, 5400, 9399, 9407, 9548, 9571 e 9684). E que o calor que procede do Senhor como Sol seja o Divino Amor, do qual os anjos têm o amor (n. 3338, 3636, 3643 e 5215). Que o Divino mesmo do Senhor esteja longe, acima do Seu Divino no céu (n. 7270, 8760). Que o Divino Vero não esteja no Senhor, mas proceda do Senhor, assim como a luz não está no sol, mas procede do sol (n. 3969). Que no Senhor esteja o Ser e do Senhor proceda o Existir (n. 3938). Que o Senhor seja o centro comum para o qual todos os anjos no céu se voltam (n. 3633, 9828, 10130 e 10189). Que, todavia, os anjos não se voltem para o Senhor, mas o Senhor os volte para Si (n. 10189); porque não existe presença dos anjos no Senhor, mas do Senhor nos anjos (n. 9415). Que a presença do Senhor nos anjos seja segundo a recepção do bem do amor e da caridade proveniente d’Ele (n. 904, 4198, 4206, 4211, 4320, 6280, 6832, 7042, 8819, 9680, 9682, 9683, 10106 e 10810). Que o Senhor esteja presente em todos no céu e também no inferno (n. 2776, 3642 e 3644). Que o Senhor, pelo Divino Amor, queira conduzir todos os homens a Si no céu (n. 6645). Que o Senhor esteja num esforço contínuo de conjunção com o homem, mas que o influxo e a conjunção sejam impedidos pelos próprios amores do homem (n. 2041, 2053, 2411 e 5696).
Que o Divino Humano do Senhor influa no céu e faça o céu, e que nenhuma conjunção haja com o Divino mesmo no céu, mas com o Divino Humano (n. 3038, 4211, 4724 e 5663). E que esse Divino influa no céu e, pelo céu, no homem (n. 1925). Que o Senhor seja tudo do céu e a vida do céu (n. 7211 e 9128). Que o Senhor habite no que é Seu, nos anjos (n. 9338, 10125, 10151 e 10157). Que, daí, os que estão no céu estejam no Senhor (n. 3637 e 3638). Que o céu corresponda ao Divino Humano do Senhor, e o homem, quanto a todas e cada uma das coisas, corresponda ao céu; que, daí, o céu no geral seja como um único homem, que, por isso, é chamado Máximo Homem (n. 2988, 2996, 3624-3649, 3636-3643, 3741-3745 e 4625). Que o Senhor seja o único Homem, e somente sejam homens aqueles que recebem d’Ele o Divino (n. 1894). Que quanto mais o recebam, mais sejam imagens do Senhor (n. 8547). Que os anjos sejam formas de amor e de caridade na forma humana; isto vem do Senhor (n. 3804, 4735, 4797, 4985, 5199, 5530, 9879 e 10177).

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