. Caridade e boas obras
Seção VI. 1
Tinham todas as coisas em comum, e as dividiam com todos, e partiam o pão (At. 2:42, 44, 45; 4:32-37).
A caridade da Igreja primitiva descrita depois em poucas palavras (At. 11:28-30).
Bendizei os que vos perseguem, não amaldiçoeis, sendo do mesmo sentimento uns para com os outros; sem se importar com coisas altas; a ninguém retorneis mal por mal, fornecendo coisas honestas, perante todos os homens. Se o inimigo tem fome, alimenta-o; se fizeres isto, ajuntarás brasas de fogo sobre a cabeça dele. Não te deixes vencer pelo mal, mas vence o mal com o bem (Rm. 12:14-21).
Dai a todos o que lhes é devido: a quem tributo, tributo; a quem imposto, imposto; a quem temor, temor; a quem honra, honra. A ninguém devais senão que ameis (Rm. 13:7, 8).
Aquele que ama a outrem tem cumprido a lei. Por isso, não adulterarás, não matarás, não furtarás, não serás falsa testemunha, não cobiçarás; e se há algum outro mandamento é compreendido nesta palavra: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. O amor não faz mal ao próximo; portanto, o amor é o cumprimento da lei (Rm. 13:8-10).
Deixemos de lado as obras das trevas, e revistamo-nos da armadura da luz (Rm. 13:12).
Cada um de nós agrade ao seu próximo no bom para edificação (Rm. 16:2).
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