Texto
. Daí se vê agora o que vem a ser o livre, isto é, que é pensar e querer a partir da afeição, e que tal é a afeição tal é o livre, e também que há um livre que é infernal e um livre que é celeste; que o livre infernal vem do inferno e que o livre celeste vem do Senhor. Também é evidente que os que estão no livre infernal não podem vir no livre celeste exceto se o todo da vida lhes fosse retirado, pois isto seria vir do inferno para o céu; então [é evidente] que ninguém pode vir ao livre celeste senão por meio da reforma [operada] pelo Senhor, e que então se é introduzido nele [no livre] pela afeição do bem e do vero, isto é, pelo bem da vida no qual é implantado o vero da doutrina.