ac 3676

Emanuel Swedenborg
Obra: Arcanos Celestes – Gênesis Explicado

Texto

. ‘A Labão, filho de Bethuel, o arameu’; que signifique o bem colateral, é o que se vê pela representação de ‘Labão’, que é o bem colateral de uma estirpe comum (n. 3665), e pela representação de ‘Bethuel’, que é o bem das nações da primeira classe (n. 2865, 3665), de onde provém, como de uma estirpe [ou tronco] comum, o bem que é representado por ‘Labão’. Que Bethuel é aqui cognominado ‘o arameu’, é porque por ‘Aram’ (ou a Síria) são significadas as cognições do bem e do vero (n. 1232, 1243, 3249), das quais se trata aqui. O vero externo do qual provém o bem, que é aqui Jacó, não é outra coisa senão as cognições, pois estas são os veros que são hauridos antes de todos, e são também considerados como veros pelos que estão no começo da regeneração. Contudo, as cognições não são em si veros, mas provém dos Divinos que estão nelas, os quais Divinos que, quando brilham, então pela primeira vez essas cognições se tornam veros; enquanto isto, elas são apenas como vasos comuns, pelos quais e nos quais os veros podem ser recebidos, como são as coisas de que se falou anteriormente (n. 3665, no fim); e são como todas as coisas que pertencem ao conhecimento, que se aprendem primeiro.

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