Texto
. ‘Pois apalpaste todos os meus vasos; o que achaste de todos os vasos da tua casa?’ Que signifique que nenhum dos veros [do bem] lhe eram próprios, mas que todos tinham sido dados, é o que se vê pela significação dos ‘vasos da casa’, que são os veros próprios. (Que os vasos sejam os veros, foi visto, n. 3068, 3079, 3316, 3318.) Sendo assim, é evidente que os vasos da casa são os veros próprios. ‘Apalpá-los e não os achar’ é que nenhum desses veros lhe pertenciam, consequentemente, que todos tinham sido dados. Como se têm essas coisas, ver o n. 4151.