ac 4844

Emanuel Swedenborg
Obra: Arcanos Celestes – Gênesis Explicado

Texto

. ‘Fica viúva na casa do teu pai’; que signifique a ação de afastar de si [ou a alienação], é o que se pode ver a partir disto, que por meio disso queria que se retirasse enão mais voltasse para ele [ad se]. Disse, de fato, que permanecesse ali até que Shelah, o filho dele, crescesse, mas ainda assim [ele] pensou que ela não seria dada a Shelah, seu filho, pois disse consigo: “Talvez morra também este como os irmãos dele”, e também comprovou isso pelo fato, como se vê pelo vers. 14:
“Thamar viu que Shelah crescera, e [ela] não foi dada a ele por mulher”;
daí, agora se segue que por essas palavras é significado que ele a afastava de si, isto é, no sentido interno, a igreja representativa das coisas espirituais e celestes, que é representada por Thamar (n 4811, 4831), era afastada pela Igreja Judaica, que é representada por Judá; com efeito, elas não puderam concordar, porque o judaísmo era somente um representativo de igreja, mas não uma Igreja representativa (n. 4307, 4500), pois reconhecia o externo, mas não o interno.
[2] A ‘viúva’ também significa o vero da igreja sem o seu bem, porque a esposa, no sentido representativo, significa o vero, e o ‘marido’, o bem (n. 4823, 4843); é por isso que a esposa sem o marido é o vero da igreja sem o seu bem, a respeito do qual, quando se diz que “deve ficar na casa de seu pai”, é significado que o vero da igreja era alienado, e também que ele não seria recebido em sua casa; o que a nação judaica não pôde, porque estava não no bem, mas no mal.
[3] A ‘viúva’, na Palavra, é muitas vezes mencionada, e quem não conhece o sentido interno não pode crer em outra coisa senão que pela ‘viúva’ é significada uma viúva, mas pela ‘viúva’, no sentido interno, é significado ali, da igreja, o vero sem o bem, isto é, aqueles que estão no vero sem o bem e que, entretanto, desejam estar no bem; consequentemente, os que amam serem conduzidos pelo bem; o marido é o bem que deve conduzir. Tais [homens], na Antiga Igreja, eram entendidos, no bom sentido, por viúvas, fossem mulheres ou fossem varões, pois a Antiga Igreja distinguia o próximo para com quem se devia exercer a caridade em várias classes; a alguns chamava pobres; a alguns, míseros e aflitos; a alguns, cativos e prisioneiros, a alguns, cegos e coxos; a alguns, peregrinos, órfãos e viúvas; e segundo a qualidade deles repartiam as obras da caridade. Era isso que os doutrinais deles ensinavam, essa Igreja não conheceu outros doutrinais. Aqueles que viviam, pois, naquele tempo não só ensinavam, como também escreviam segundo os seus doutrinais; em consequência, quando eles diziam as viúvas, eles não entendiam outros senão os que estavam no vero sem o bem e que, contudo, desejavam ser conduzidos pelo bem.
[4] Daí é também evidente que os doutrinais da Antiga Igreja ensinavam as coisas que diziam respeito à caridade e ao próximo; e as suas cognições e os seus conhecimentos eram para saber o que significavam as coisas externas, uma vez que foi uma Igreja representativa das coisas espirituais e celestes; por essa razão as coisas espirituais e as celestes que eram representadas e significadas eram as que, por meio das coisas doutrinais e por meio dos conhecimentos, eram acrescentadas ao que se sabia; mas esses doutrinais e esses conhecimentos estão hoje inteiramente obliterados, e realmente tão obliterados que não se sabe que tenham existido. Com efeito, no lugar deles sucederam as coisas doutrinais da fé, as quais se são viúvas e separadas das coisas doutrinais da caridade, geralmente nada ensinam, pois os doutrinais da caridade ensinam o que é o bem, mas os doutrinais da fé ensinam o que é o vero; e ensinar o vero sem o bem é andar como um cego, pois o bem é que ensina e conduz, e o vero é que é ensinado e conduzido. Entre esses dois doutrinais há tanta diferença quanto entre a luz e as trevas; a não ser que as trevas sejam iluminadas pela luz, isto é, a não ser que o vero pelo bem, ou a fé pela caridade, não há nada senão trevas. Daí vem que ninguém saiba a partir da intuição, consequentemente, nem pela percepção, se o vero é vero, mas somente pela doutrina haurida na meninice e confirmada na idade adulta. Daí vem também que as igrejas tanto discordem, e uma diga ser vero o que a outra diz ser falso, e que nunca concordem.
[5] Que, no sentido bom, pelas ‘viúvas’ sejam significados os que estão no vero sem o bem, mas ainda assim desejam ser conduzidos pelo bem, pode-se ver pelas passagens na Palavra onde as viúvas são mencionadas, como em Davi:
“JEHOVAH... Que faz juízo aos oprimidos, que dá pão aos famintos; JEHOVAH, Que solta os encarcerados, JEHOVAH, Que abre [os olhos] aos cegos, JEHOVAH,Que ergue os encurvados, JEHOVAH, Que ama os justos, JEHOVAH, Que guarda os peregrinos, sustém o órfão e aviúva” (Sl. 146:7, 8, 9);
trata-se aqui, no sentido interno, daqueles que são instruídos pelo Senhor nos veros e são conduzidos ao bem; mas alguns deles são chamados oprimidos, alguns famintos, alguns ‘encarcerados’, ‘cegos’, ‘encurvados’, ‘peregrinos’, ‘órfãos’, ‘viúvas’, e isso segundo a qualidade deles; mas a qualidade, ninguém pode conhecê-la senão pelo sentido interno; é isso que os doutrinais da Antiga Igreja ensinaram. Aqui, como em várias outras passagens, o peregrino, o órfão e a viúva são nomeados uns após os outros, porque pelo ‘peregrino’ são significados aqueles que querem ser instruídos nos veros da fé (n. 1463, 4444); pelo ‘órfão’, aqueles que estão no bem sem o vero e desejam ser, por meio do vero, conduzidos ao bem; e ‘viúva’ os que estão no vero sem o bem e desejam, por meio do bem, ser conduzidos ao vero. Esses três são nomeados em seguida um do outro, aqui como em outras passagens na Palavra, porque no sentido interno eles constituem uma só classe, pois eles significam conjuntamente os que querem ser instruídos e ser conduzidos ao bem e ao vero.
[6] No mesmo:
“Pai dos órfãos, e juiz das viúvas [é] Deus no habitáculo da Sua santidade” (Sl. 68:6 [Em JFA, 68:5]);
os ‘órfãos’ estão pelos que, assim como as crianças, estão no bem da inocência, mas não ainda no vero; o Senhor é dito o pai deles porque, assim como um pai, Ele os conduz; e isso por meio do vero ao bem, a saber, ao bem da vida ou da sabedoria; as ‘viúvas’ estão por aqueles que, assim como os adultos, estão no vero, mas não ainda no bem; o Senhor é chamado o ‘juiz deles’, porque Ele os conduz; e isso por meio do bem ao vero, a saber, ao vero da inteligência. Com efeito, pelo ‘juiz’ é significado o condutor. O bem sem o vero, que é o ‘órfão’, torna-se o bem da sabedoria por meio da doutrina do vero; e o vero sem o bem, que é a ‘viúva’, torna-se o vero da inteligência por meio da vida do bem.
[7] Em Isaías:
“Ai dos que estatuem estatutos de iniquidade,... para desviar do juízo os pobres, e para arrebatar em juízo os míseros do meu povo, para que sejam as viúvas para espólio deles; e os órfãos sejam saqueados” (10:1, 2);
aqui são não os pobres, os míseros, as viúvas, os órfãos, que são significados, mas os que são tais espiritualmente; e porque na Igreja Judaica, do mesmo modo que na Antiga, todas coisas eram representativas, fazer bem aos órfãos e às viúvas era também um representativo, pois então era representada no céu a caridade para com aqueles que, no sentido espiritual, eram tais.
[8] Em Jeremias:
“Fazei juízo e justiça, e arrancai o despojado da mão do opressor, e ao peregrino, não defraudai o órfão e a viúva, nem violência façais, nem o sangue inocente derrameis neste lugar” (22:3);
aqui também por peregrino, o órfão e a viúva são significados os que são tais espiritualmente; com efeito, no mundo espiritual, ou no céu, não se conhece quem é peregrino, nem órfão, nem viúva, pois ali não são tais os que foram tais no mundo; é por isso que essas palavras, quando lidas pelo homem, são percebidas pelos anjos segundo o sentido espiritual ou interno delas.
[9] Igualmente em Ezequiel:
“Eis, os príncipes de Israel, cada um segundo o seu braço, estiveram em ti, para que derramassem o sangue, o pai e mãe vilipendiaram em ti, com o peregrino procederam por opressão em ti, o órfão e a viúva defraudaram em ti” (22:6, 7);
depois em Malaquias:
“Aproximar-me-ei de vós para o juízo, e serei uma testemunha se apressando contra os prestigiadores, e contra os que juram falso, e contra os opressores da recompensa dos mercenários, da viúva e do órfão, e os que desviam o peregrino, e não temem a Mim” (3:5).
semelhantemente em Moisés:
“O peregrino não pressionarás, nem o oprimirás,... nenhuma viúva ou órfão afligirás, se afligindo os afligirdes, e se clamando tiver clamado a Mim, ouvindo ouvirei o clamor dele, e arderá a Minha ira, e matarei Eu a vós pela espada, para que as vossas esposas se tornem viúvas, e os vossos filhos, órfãos” (Êx. 22:20, 21, 22, 23 [Em JFA, 22:21, 22, 23, 24]).
[10] Este, como todos os outros preceitos, juízos e estatutos na Igreja Judaica, foi representativo, e também ali se era mantido nos externos de assim fazer e de representar por meio de tais coisas os internos da caridade, embora nada tivessem da caridade, ou nada se fizesse oriundo da afeição interna; o interno era, a partir da afeição, instruir nos veros e conduzir, por meio dos veros, ao bem aqueles que estavam na ignorância, e, por meio do bem, aos veros aqueles que estavam no conhecimento; desse modo se faria o bem no sentido espiritual ao peregrino, ao órfão e à viúva. Para que, entretanto, o externo permanecesse por causa da representação, havia, entre as maldições ditadas sobre o monte Ebal, desviar o juízo do peregrino, do órfão e da viúva (Dt. 27:19); desviar deles o juízo é fazer o contrário, isto é, por meio da instrução e da vida, conduzir ao falso e ao mal. Como também privar os outros dos bens e dos veros e apropriar-se deles por causa da sua honra e do seu ganho estava entre as maldições, por isso o Senhor disse:
“Ai de vós escribas e fariseus, porque comeis as casas das viúvas, e isso sob o pretexto que muito orais, por causa disso recebereis um mais abundante juízo” (Mt. 23:14; Lc. 20:47);
‘comer as casas das viúvas’ está por privar dos veros aqueles que os desejam, e ensinar os falsos.
[11] Foi igualmente um representativo de abandonar ao peregrino, ao órfão e à viúva, o que restava nos campos, nas olivas e nas vinhas (Dt. 24:19, 20, 21, 22); depois: “quando tinham acabado de dizimar os dízimos do seu provento no terceiro ano, darem ao peregrino, ao órfão e à viúva, para que comessem nos portões deles e se fartassem” (Dt. 26:12, 13). Como é somente o Senhor Quem instrui e conduz ao bem e ao vero, se diz em Jeremias:
“Deixa os teus órfãos467, Eu [os] vivificarei, e [que] as viúvas sobre Mim confiem” (49:10, 11);
e em Moisés:
“JEHOVAH faz o juízo ao órfão e à viúva, e ama o peregrino para lhe dar pão e vestimenta” (Dt. 10:18);
o ‘pão’ está pelo bem do amor (n. 2165, 2177, 3478, 3735, 3813, 4211, 4217, 4735); a ‘vestimenta’ está pelo vero da fé (n. 4545, 4763).
[12] Que Elias, quando houve uma fome pela falta de chuva na terra, foi enviado a Sarepta468 a uma viúva, e lhe pediu um bolo pequeno, que fizesse em primeiro lugar e lhe desse, e para si e seu filho em segundo lugar, e que então junto dela a medida de farinha não diminuiu e o frasco de azeite não desencheu (1Rs. 17:1 a 16); era um representativo, como todas as restantes coisas que são lembradas a respeito de Elias e, em geral, como as que estão na Palavra; a ‘fome que houve na terra porque não chovia’ representava a devastação do vero na igreja (n. 1460, 3364); a ‘viúva em Sarepta’, aqueles que, fora da igreja, desejam o vero; o ‘bolo que lhe faria em primeiro lugar’, o bem do amor ao Senhor (n. 2177), a Quem do pouco que ela possuía devia amar acima de si e seu filho; a ‘medida de farinha’ significa o vero proveniente do bem (n. 2177); e o ‘frasco de azeite’, a caridade e o amor (n. 886, 3728, 4582); ‘Elias’ representa a Palavra por meio da qual há tais coisas (n. 2762).
[13] É também o que se entende no sentido interno pelas palavras do Senhor em Lucas:
“Nenhum profeta é recebido em sua pátria. Em verdade vos digo: Muitas viúvas havia, nos dias de Elias, em Israel, quando foi fechado o céu por três anos e seis meses, enquanto houve uma fome grande sobre toda a terra; todavia, a nenhuma delas foi enviado Elias, senão a Sarepta de Sidon, a mulher viúva” (4:24, 25, 26);
isto é, àqueles, fora da igreja, que desejam o vero; mas as viúvas que estavam dentro da igreja devastada, às quais Elias não foi enviado, são aqueles que não estão no vero porque não estão no bem, pois onde não há o bem ali não há o vero, seja qual for o modo que entre eles o vero se mostre como vero na forma externa, mas ele é assim como uma casca sem o caroço.
[14] Aqueles que estão em tal vero, e também os que estão no falso, são significados pelas viúvas no sentido oposto; por exemplo, em Isaías:
“Cortará, JEHOVAH, de Israel a cabeça e cauda, ramo e junco; em um dia. O velho e o honrado de faces [são] a cabeça, e o profeta, doutor da mentira, [é] a cauda. [...] Por isso sobre os seus jovens não se alegrará o Senhor, e dos seus órfãos e das suas viúvas não se compadecerá [...]” (9:13, 14, 16 [Em JFA, 9:14, 15, 17]).
Em Jeremias:
“Padejá-los-ei com a pá nos portões da terra; desfilhei, destruirei o meu povo; dos seus caminhos não se voltaram; aumentaram-se-Me as suas viúvas mais do que as areias dos mares; trar-lhes-ei sobre a mãe jovem o devastador ao sul;... enfraquecerá a que parira sete; expirará a sua alma; pôs-se o seu sol quando ainda [era] dia” (15:7, 8, 9).
No mesmo:
“A nossa herança foi desviada a estranhos, as nossas casas a estrangeiros, fomos feitos órfãos, não [há] pai, as nossas mães, como viúvas” (Lm. 5:2, 3).
[15] Como pelas viúvas são significados os que não estão no vero porque não estão no bem, é por causa disso que era ignominioso para as igrejas, até para as que estavam nos falsos provenientes do mal, serem chamadas viúvas, como em João:
“[...] em seu coração disse: Assento[-me como] rainha, e não sou viúva, e pranto não verei, por causa disso em um dia virão as suas pragas, a morte, e o pranto, e a fome, e no fogo será queimada, ...” (Ap. 18:7, 8);
aí se trata de Babel; semelhantemente, acerca da mesma, em Isaías:
“Ouve isto, delicada, que [se] assenta segura, que dizes no teu coração: Eu, e como eu não [há] outra além, não [me] assentarei viúva, nem conhecerei a perda de filhos; porém, virão a ti estes dois males em um momento num só dia, perda de filhos e viuvez” (47:8, 9).
[16] A partir dessas demonstrações, agora se pode ver o que é a ‘viúva’ no sentido interno da Palavra; e visto que a ‘viúva’ representava e, por isso, significava o vero da igreja sem seu bem, porque a ‘esposa’ significa o vero, e o ‘marido’ o bem, por isso nas Igrejas Antigas, onde todas e cada uma das coisas representavam, fora proibido aos sacerdotes tomar para esposa uma viúva que não fosse viúva de um sacerdote; a este respeito assim está em Moisés:
“O grão sacerdote tomará uma esposa na virgindade dela, uma viúva, ou repudiada ou corrompida ou meretriz, a essas não tomará, mas uma virgem dentre os seus povos tomará para esposa” (Lv. 21:13, 14, 15);
e onde se trata do novo Templo e do novo Sacerdócio, em Ezequiel:
“Os sacerdotes Levitas viúva ou repudiada não tomarão a si por esposas, mas virgens da semente da casa de Israel; uma viúva, porém, que for viúva de sacerdote, tomarão” (44:22).
Com efeito, as virgens que eles deviam tomar por esposas representavam e, portanto, significavam a afeição do vero; e por isso a viúva de um sacerdote representava e significava a afeição do vero procedente do bem, porquanto, no sentido representativo, o sacerdote é o bem da igreja. Também por isso que se permitia às viúvas de sacerdote, que não tinham filhos, comer das oblações ou coisas santas (Lv. 22:12, 13).
[17] Que era essa a significação da viúva, os que eram da Antiga Igreja conheceram pelos seus doutrinais, porquanto as coisas doutrinais entre eles eram os doutrinais do amor e da caridade, que continham inumeráveis coisas que hoje estão completamente obliteradas; a partir desses doutrinais eles sabiam que caridade exerceriam, ou em que dívida estariam em relação ao próximo, quer seja chamado viúvas, quer órfãos, quer peregrino e assim por diante. As cognições do vero deles e os conhecimentos foram conhecer e saber o que os ritos da igreja deles representavam e significavam, e os que foram eruditos entre eles sabiam o que representavam as coisas que existem na terra e no mundo, conheceram, pois, que toda a natureza fosse o teatro representativo do Reino celeste (n. 2758, 2989, 2999, 3483). Tais cognições e conhecimentos elevavam as mentes deles às coisas celestes, e os seus doutrinais conduziam para a vida; mas depois que a igreja se desviou da caridade para a fé, e mais ainda, depois que ela separou a fé de junto da caridade, e fez a fé salvífica sem a caridade e sem as obras da caridade, então as mentes não puderam mais ser elevadas por meio das cognições às coisas celestes, nem ser dirigidas pelos doutrinais para a vida, e isso a tal ponto que, por fim, dificilmente havia alguém que cresse que existia uma vida depois da morte, e dificilmente alguém que conhecia o que seria o celeste; que existia o sentido espiritual da Palavra, o qual não se mostra na letra, isto nem sequer se pôde crer; assim foram fechadas as mentes.

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