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Emanuel Swedenborg
Obra: Arcanos Celestes – Gênesis Explicado

Texto

. Vers. 46, 47, 48, 49: “E José [era] um filho de trinta anos ao estar ele diante do faraó, rei do Egito. E saiu José de diante de faraó, e passou em toda a terra do Egito. E a terra produziu em sete anos abundância de mantimento aos montões. E ajuntou toda a comida dos sete anos que houve na terra do Egito, e pôs a comida nas cidades; a comida do campo da cidade que [estava] ao redor dela, pôs no meio dela. E José acumulou grão como a areia do mar, multiplicando muito, até que cessou de contar, porque não [havia] número.” ‘E José [era] filho de trinta anos’ significa o estado pleno das relíquias; ‘ao estar ele diante do faraó, rei do Egito’ significa quando a sua presença esteve no natural; ‘E saiu José de diante do faraó’ significa quando o natural lhe pertencia no geral; ‘e passou por toda a terra do Egito’ significa quando subordinava e submetia cada coisa ali; ‘e a terra produziu, em sete anos, abundância de mantimento aos montões’ significa os primeiros estados quando os veros foram multiplicados em séries; ‘E ajuntou toda a comida dos sete anos’ significa a conservação do vero adjunto ao bem multiplicado nos primeiros tempos; ‘que houve na terra do Egito’ significa que estava no natural; ‘e pôs a comida nas cidades’ significa que ele repôs nos interiores; ‘a comida do campo da cidade’ significa as coisas que a eles eram próprias e convenientes; ‘que [estava] ao redor dela, pôs no meio dela’ significa as que estavam antes no natural exterior, ele as escondeu nos interiores do natural interior; ‘E José acumulou grão como a areia do mar, multiplicando muito’ significa a multiplicação do vero procedente do bem; ‘até que cessou de contar, porque não [havia] número’ significa que tal é o vero no qual há o celeste procedente do Divino.

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