. “E sobre as suas cabeças um nome de blasfêmia.” Que isto signifique as falsificações da Palavra vê-se pela significação de ‘cabeça’, que são os conhecimentos das coisas santas da Palavra, que foram falsificados e adulterados (de que se tratou acima, n. 775); pela significação de ‘nome’, que é a qualidade e o estado de uma coisa (de que se tratou acima, n. 102, 135 e 696), aqui, a qualidade dos raciocínios pelo homem natural que confirmam a separação entre a fé e a vida, que são significados por essa ‘besta’; e pela significação de ‘blasfêmia’, que é a falsificação da Palavra (de que se tratará a seguir. Por aí é evidente que ‘sobre as cabeças um nome de blasfêmia’ significa a qualidade daqueles que pelos raciocínios do homem natural confirmam a separação entre a fé e a vida, e que a qualidade deles é a falsificação da Palavra. Que ‘blasfêmia’ signifique a falsificação da Palavra é porque na sequência se descreve, por essa ‘besta’, de que maneira aqueles que se entendem pelo ‘dragão’ pervertem, pelos raciocínios pelo homem natural, o sentido da letra da Palavra, de modo a confirmarem a justificação e a salvação pela fé só, sem as boas obras, e isto não se pode fazer a menos que se falsifique a Palavra, que, em todas e cada uma das coisas, conjunge os veros aos bens e os bens aos veros, assim, a fé à caridade e a caridade à fé, como se mostrou acima (n. 775). Daí é que as falsificações da Palavra são significadas pela ‘blasfêmia’, que se diz o nome dessa besta.]
[2] De que maneira, porém, a Palavra é blasfemada por sua falsificação será ilustrado por este exemplo. Os que separam a fé das boas obras dizem:
Que Deus Pai afastou e, mesmo, rejeitou de Si, o gênero humano por causa dos males; e que, por isso, Seu Filho foi enviado, ou que Ele, movido pela misericórdia, veio ao mundo; e que ele, pelo castigo da extrema condenação, que foi a paixão da cruz e, ali, por Seu sangue e, depois, pela morte, reconciliou o Pai ao gênero humano, assim intercedendo por este.
Como isto está entre as primeiras coisas da doutrina daqueles que separam a fé de sua vida, que é a caridade, vou dizer em poucas palavras de que maneira o Divino é blasfemado por esse ponto. É blasfemado pelo fato de eles crerem e pensarem que o Divino afastou de Si ou rejeitou o gênero humano, quando, todavia, Deus é o Amor mesmo, a Misericórdia mesma e o Bem mesmo, e estes são o Ser d’Ele, pelo que é evidente que a Deus é impossível Se afastar ou rejeitar alguém do gênero humano, porque isto seria contra o Seu Ser, que, como foi dito, é de onde emanam todo amor, toda misericórdia e todo bem. Isto nem mesmo algum anjo pode fazer, ou algum homem que está no amor, na misericórdia e no bem pelo Senhor, quando, todavia, o amor destes é finito, e o Divino Amor é infinito. ao afastamento ou à rejeição do gênero humano por Deus Pai chamam de justiça vindicativa, da qual não acalentam outra ideia como de um rei ou juiz que vinga o mal infligido a si, consequentemente, como da vingança deles, na qual não pode deixar de haver alguma coisa de ira. Para confirmarem isso, citam passagens da Palavra onde Deus é chamado ‘vingador’, ‘vingativo’, ‘zeloso’, ‘que se ira’ e ‘que se inflama’, passagens essas da Palavra que assim falsificam, porque tais coisas são ditas no sentido da letra da Palavra segundo as aparências. Com efeito, quando o homem se torna espírito, depois da morte, está nos males por sua vida no mundo, e então se afasta do Senhor, e quando se afasta d’Ele e O renega, não pode mais estar sob a proteção do Senhor para que o mal não o puna, pois o mal tem si a pena do mal, assim como o bem tem si a recompensa do bem. E como a punição do mal vem do mal, isto é, dos maus, parece que a punição vem do Divino. Por isso é que, por causa dessa aparência, na Palavra se diz do Divino que Ele tem ‘ira’, ‘condena’ e ‘lança no inferno’, e coisas semelhantes. Que, no entanto, o Senhor nunca condene nem castigue vê-se na obra O Céu e o Inferno (n. 545-550), onde se diz que o Senhor a ninguém lança no inferno, mas o espírito a si mesmo se lança. Por aí se pode ver de que maneira se blasfema o Divino pela falsificação da Palavra, pois se pensa que Deus é de algum modo vingador, vingativo, que se ira, lança no inferno e pune, quando, todavia, o mal mesmo é que se pune, assim, o inferno, de onde vem o mal, e não o Divino. O Divino é blasfemado pela falsificação da Palavra também pelo fato de se crer e pensar que o Pai quis ser reconciliado ao gênero humano pela pena extrema da condenação, que era a paixão da cruz, e, assim, pelo sangue de Seu Filho, e que por esse meio moveu-Se e foi movido de misericórdia. Quem é que, tendo um entendimento iluminado, não vê que isto também é contra o Divino e, consequentemente, contra o vero genuíno da Palavra? Pois o que é contra o Divino é blasfêmia. Assim também, levar o sentido da Palavra a confirmar isso é uma blasfêmia. Mas, a respeito deste assunto, muitas coisas serão ditas na sequência.
[3] O que, portanto, significa ‘blasfêmia’ pode-se ver pelas passagens na Palavra onde se diz a respeito disso, das quais podem ser citadas as seguintes. Nos Evangelhos:
Jesus disse: “Todo pecado e blasfêmia são perdoados ao homem, mas a blasfêmia ao Espírito não será perdoada aos homens. De fato, se alguém disser uma palavra contra o Filho do homem, ser-lhe-á perdoado; mas quem disser contra o Espírito santo, não lhe será perdoado, nem neste século nem no vindouro” (Mt. 12:31, 32);
“Digo-vos que todos os pecados são perdoados aos filhos do homem; ... mas quem blasfemar no espírito... não terá perdão na eternidade, mas será réu de juízo eterno” (Mc. 3:28, 29);
“Todo aquele... que disser uma palavra contra o Filho do homem ser-lhe-á perdoado, mas àquele que blasfemar o Espírito Santo não será perdoado” (Lc. 12:10).
Ainda não se sabe na igreja o que é significado por ‘pecado e blasfêmia contra o Espírito Santo’ e por ‘uma palavra contra o Filho do homem’, e isto porque não se sabe o que propriamente se entende pelo ‘Espírito Santo’ e propriamente pelo ‘Filho do homem’. Pelo ‘Espírito Santo’ entende-Se o Senhor quanto ao Divino Vero, como é nos céus, assim a Palavra como é no sentido espiritual, pois esta é o Divino Vero no céu; e pelo ‘Filho do homem’ se entende o Divino Vero como é nas terras, assim, a Palavra como é no sentido natural, pois esta é o Divino Vero nas terras. Quando se conhece o que é significado pelo ‘Espírito Santo’ e pelo ‘Filho do homem’ sabe-se também o que é significado por ‘pecado e blasfêmia contra o Espírito Santo’ e por ‘uma palavra contra o Filho do homem’. Então, também se pode saber por que o pecado e a blasfêmia contra o Espírito Santo não podem ser perdoados, e que a palavra contra o filho do homem o possa. “Pecado e blasfêmia contra o Espírito Santo’ é negar a Palavra e também adulterar os bens mesmos e falsificar os seus veros mesmos, enquanto a ‘palavra contra o Filho do homem’ é interpretar o sentido natural da Palavra, que é o sentido de sua letra, segundo as aparências.
[4] Que negar a Palavra seja um pecado ‘que não pode ser perdoado nem neste século nem no vindouro’, ou na eternidade, e que a pessoa por isso seja ‘réu de juízo eterno’ é porque aqueles que negam a Palavra negam a Deus, negam o Senhor, negam o céu e o inferno, e negam a igreja e todas as suas coisas. E como os que os negam são ateus, ainda que de boca atribuam a criação do universo a uma Entidade Suprema, à Deidade ou a Deus, eles a atribuem, contudo, à natureza. Como esses, pela negação, dissolvem todo vínculo com o Senhor, não podem senão se separarem do céu e se conjungirem ao inferno. Que adulterar os bens mesmos da Palavras e falsificar os seus veros mesmos seja a blasfêmia contra o Espírito Santo, que não pode ser perdoada, é porque pelo ‘Espírito Santo’ entende-se o Senhor quanto ao Divino Vero que está nos céus, assim, a Palavra tal como é em seu sentido espiritual, como foi dito. No sentido espiritual estão os bens genuínos e os veros genuínos, mas no sentido natural estão esses mesmos veros como que revestidos, e não são desnudos senão em uma ou outra passagem, pelo que são chamados bens e veros em aparência. São estes que são falsificados e adulterados, e se diz que são falsificados e adulterados quando são explicados contra os bens e veros genuínos, pois então o céu se afasta e o homem é separado dele, pelo fato de que, como foi dito acima, os bens e veros genuínos fazem o sentido espiritual da Palavra, no qual estão os anjos do céu. Seja, por exemplo, se o Senhor e o seu Divino são negados, como foi feito pelos fariseus, que disseram que o Senhor fazia milagres por Belzebu e tinha espírito imundo e assim O negaram e ao Seu Divino, e foi dito que tal pecado e blasfêmia era contra o Espírito Santo, por ser contra a Palavra. Vide o que precedeu a esses capítulos, nos Evangelhos. Daí é, também, que os socinianos e o arianos, embora não neguem o Senhor negam, contudo, o Seu Divino, estão fora do céu e não podem ser recebidos por sociedade angélica alguma.
[5] Seja também, por exemplo, os que excluem os bens do amor e da caridade como meios de salvação e tomam a fé, excluindo os bens, como o único meio e confirmam isso não só pela doutrina, mas também pela vida, dizendo de coração: ‘Os bens não me salvam, nem os males me condenam, porque tenho a fé’. Também esses blasfemam o Espírito Santo, pois falsificam o genuíno bem e vero da Palavra, e isto em mil passagens onde o amor, a caridade, as ações e as obras são nomeados. Além disso, como foi dito acima, em todas e cada uma das coisas da Palavra há um casamento do bem e do vero, assim, da caridade e da fé. Por isso, quando o bem ou a caridade é tirada, esse casamento perece e no lugar dele existe o adultério. Que daí haja o adultério dir-se-á em outra oportunidade. Daí é que tampouco esses são recebidos no céu. A razão disso é, também, porque no lugar do amor celeste eles têm o amor terrestre, e no lugar das boas obras eles têm obras más, porque vêm do amor terrestre, que é separado do amor celeste e é o amor infernal. Mas acontece de outro modo com aqueles que, de fato, pela doutrina da igreja e pelos mestres creem que a fé é o único meio de salvação, ou os que sabem isso e não o afirmam nem negam interiormente e, no entanto, vivem bem pela Palavra, isto é, porque foi ordenado pelo Senhor na Palavra. Esses não blasfemam o Espírito Santo, pois não adulteram os bens da Palavra nem falsificam os seus veros, pelo que a conjunção deles é com os anjos do céu. Também, poucos dentre eles sabem que a fé é outra coisa senão crer na Palavra. Eles não entendem os dogmas da justificação pela fé só, sem as obras da lei, porque isso transcende o seu entendimento.
[6] Esses dois exemplos foram citados para que se saiba o que se entende por ‘pecado’ e ‘blasfêmia’ contra o Espírito Santo, e que o ‘pecado’ contra Ele é negar o Divino Vero, assim, a Palavra, e a ‘blasfêmia’ contra Ele é adulterar os bens mesmos da Palavra e falsificar os seus veros mesmos. Cumpre saber que o bem da Palavra adulterado é o mal, e o vero falsificado é o falso. Que ‘uma palavra contra o Filho do homem’ signifique interpretar segundo as aparências o sentido natural da Palavra, que é o sentido de sua letra, é porque pelo ‘Filho do homem’ se entende o Senhor quanto ao Divino Vero como é nas terras, assim, como é no sentido natural. Que essa ‘palavra’ seja perdoada ao homem é porque na maioria das passagens no sentido natural ou no sentido da letra da Palavra há bens e veros revestidos, e somente alguns são nuns, tais como no seu sentido espiritual, e os veros bens e veros revestidos são chamados aparências de vero. Com efeito, a Palavra nos últimos é como um homem vestido que, todavia, é nu quanto à face e às mãos, e onde a Palavra é assim nua, aí aparecem seus bens e veros nus, como no céu, portanto, tais como são no sentido espiritual. Por isso, nada impede que pelo sentido da letra da Palavra a doutrina do bem genuíno e do vero genuíno possa ser vista pelos iluminados pelo Senhor, e confirmada pelos não iluminados. Que a Palavra seja tal no sentido da letra é para que sirva de base ao sentido espiritual; assim, é também acomodada ao entendimento dos simples, que não podem perceber senão as coisas que são ditas dessa maneira, e, percebendo, crer nelas e praticá-las.
[7] E visto que os Divinos veros no sentido da letra da Palavra são em sua maioria aparências de vero, e os simples de fé e de coração não podem ser elevados acima delas, por isso não é pecado ou blasfêmia interpretar a Palavra segundo as aparências, se tão somente por elas não forem formados princípios e estes forem confirmados até a destruição do Divino Vero em seu sentido genuíno. Por exemplo, que lê estas palavras:
“Eis o Cordeiro de Deus que carrega o pecado do mundo” (Jo. 1:29);
e estas:
“Este... é o Meu sangue, o do Novo Testamento, que é derramado por muitos para remissão dos pecados” (Mt. 26:28);
e também estas:
“Miguel e seus anjos lutaram contra o dragão” e seus anjos... “e eles o venceram pelo sangue do Cordeiro” (Ap. 12:7, 11),
e por essas passagens crê com simplicidade que o Senhor sofreu a paixão da cruz por causa de nossos pecados, e que por ela e por Seu sangue nos redimiu do inferno. Como se trata de um vero aparente, e pode ser dito e crido, isto não condena os simples de coração e de fé. Mas fazer disso um princípio e confirmá-lo a ponto de crer que, por isso, o Pai foi e está reconciliado, e que o homem é justificado só por sua fé e salvo sem os bens da caridade, que são as boas obras, e estar nesse princípio não só pela doutrina, mas também pela vida, isto não pode ser perdoado.
[8] Por aí se pode ver que pela ‘blasfêmia contra o Espírito Santo é significada a falsificação da Palavra até a destruição do Divino Vero em seu sentido genuíno. Que, pois, o ‘nome de blasfêmia’ signifique a falsificação do Divino Vero, assim, da Palavra é porque se diz blasfêmia quando alguém fala contra Deus, e falar contra Deus é contra o Divino Vero, pois o Divino Vero procedente do Senhor é o na Palavra se entende por ‘Deus’, e o Divino Bem é o que se entende por ‘Jehovah’ e também por ‘Senhor’. E como a blasfêmia é falar contra Deus, portanto, também contra a Palavra, porque ela é o Divino Vero, segue-se daí que blasfêmia é falsificar a Palavra, pois aqueles que a falsificam fazem que o vero da Palavra seja o falso, e o falso fala continuamente contra o vero e mesmo o ataca. Daí e´, agora, que pela ‘blasfêmia’ é significada a falsificação da Palavra até a destruição do bem genuíno e do vero genuíno.
[9] Diz-se algo semelhante a respeito da ‘besta escarlate’ na sequência, no Apocalipse:
Uma mulher sentada numa besta escarlate estava cheia de nomes de blasfêmia (Ap. 17:3);
por essa ‘besta’ e pela ‘mulher’ sentada nela se entende aí a Babilônia, e pelos ‘nomes de blasfêmia’ se entendem as adulterações do bem e as falsificações do vero da Palavra, que, como foi dito, são blasfêmias contra o Senhor.
[10] Que as blasfêmias signifiquem crer e falar mal e falsamente a respeito de Deus e do Divino Vero pode-se ver também por outras passagens da Palavra, como em Isaías:
“Disse Jehovah: Não temas por causa das palavras que ouviste, com que os meninos [do rei] da Assíria Me blasfemaram ; ... e Ezequias, o rei, orou... e disse: Ouve”, Jehovah, ‘ todas as palavras de Senaqueribe, que enviou para blasfemar o Deus vivo’; e falou Jehovah a respeito dele: “Quem blasfemaste e caluniaste, e contra quem levantaste a voz e ergueste ao alto os teus olhos? contra o Santo de Israel. Pela mão de teus servos blasfemaste o Senhor” (Is. 37:6, 15, 17, 23, 24).
Também por aí é evidente que ‘blasfêmia’ se diz de se falar falsamente contra Deus, pois pelo ‘rei da Assíria’, que então era Senaqueribe, é significado o racional, mas [aqui] por ele é significado o racional pervertido, que fala contra o Divino Vero, o insulta e critica por meio de falsos, o que também falsificar, como acima foi dito. O falsos que ele falou contra o Divino Vero são significadas pelas palavras contidas ali (vers. 10-13, 24-35), que são, todas, não somente blasfêmias contra Deus, mas também falsificações do Divino Vero.
[11] Em Moisés:
“Quanto à alma que fizer com mão alta... ela blasfema Jehovah, por ter desprezado a palavra de Jehovah e feito nulo o Seu preceito; cortando será cortada essa alma, sua iniquidade [estará] nela” (Nm. 15:30, 31).
Trata-se aí dos que agem contra os preceitos de Deus dados por Moisés, tanto por erro quanto por propósito (como é evidente pelo vers. 23 e os seguintes desse capítulo). Aqui se trata daquele que agem contra eles por propósito, o que se entende por ‘fazer com mão alta’, e agir contra o preceito é agir contra o Divino Vero, e fazer isso por propósito é fazê-lo pela intenção da vontade e daí falar o falso; isto é realmente adulteração e falsificação da Palavra, pelo que se diz ‘ela blasfema Jehovah’. E como isto é o mesmo que o pecado e a blasfêmia contra o Espírito Santo, diz-se que ‘cortando será cortada essa alma, sua iniquidade [estará] sobre ela; ‘sua iniquidade sobre ela’ significa que não pode ser perdoada.
[12] Que a blasfêmia se refira a falar mal e falsamente a respeito de Deus, por conseguinte, a respeito do Divino Vero, não é necessário confirmá-lo pelas muitas passagens da Palavra, tanto porque qualquer um pode ver que a blasfêmia, no sentido espiritual, não é outra coisa, como porque há vários gêneros dela, e por nas línguas humanas e, também, na língua hebreia há vários nomes pelos quais os gêneros de blasfêmias contra Deus e o Divino Vero são expressos, de modo que na língua latina se nomeiam calúnias, ultrajes, ignomínias, opróbrios, censuras [convitia], vitupérios, sarcasmos, escárnios, ironias e muitas outras; cada uma dessas coisas são mencionadas com diferença genérica e específicas na Palavra, diferenças estas que examinar e expor seria inútil. [???]
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