. Os males que o homem crê serem lícitos, ainda que não os faça, são-lhe apropriados, pois o que é lícito no pensamento é proveniente da vontade, porque há um consentimento. Por isso, quando crê que algum mal é lícito, rompe o vínculo interno em relação ao mal, e só é demovido de praticá-lo pelos vínculos externos, que são os temores. E como o espírito do homem favorece esse mal, por isso, ao serem removidos os vínculos externos, ele os pratica pelo lícito. Entrementes, continuamente o pratica em seu espírito. Mas, sobre este assunto, vide a Doutrina de Vida para a Nova Jerusalém (n° 108-113).
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