. Espíritos que se acreditavam mais instruídos que os outros disseram que a fé que tinham tido no mundo era que a alegria celeste consistiria somente em louvar e celebrar a Deus e que essa seria uma vida ativa. Mas foi-lhes dito que louvar e celebrar a Deus não é tal vida ativa e que Deus não necessita de louvores nem de celebrações, mas quer que se prestem usos e, assim, bens que se chamam bens da caridade. Mas não puderam ter idéia alguma da alegria celeste nos bens da caridade, mas da servidão. Os anjos atestaram, porém, que essa era a máxima liberdade, porque procedia da afeição interior e era conjunta a prazeres inexplicáveis.
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