NJDC 21

Obra: A Nova Jerusalém e Sua Doutrina Celeste

Autor: Emanuel Swedenborg

Texto Completo

. Dos que estão nos falsos do mal, dos que estão nos falsos não do mal, assim, dos falsos do mal e dos falsos não do mal. Que haja gêneros inumeráveis de falsos, a saber, tantos quantos os males, e que haja muitas origens de males e, daí, de falsos (n. 1188, 1212, 4729, 4822 e 7574). Que haja o falso proveniente do mal, ou o falso do mal, e o mal proveniente do falso, ou o mal do falso, e, de novo, o falso daí, portanto, derivado (n. 1679 e 2243). Que de um só falso, principalmente se estiver em lugar de um princípio, fluam falsos em série contínua (n. 1510, 1511, 4717 e 4721). Que haja o falso proveniente das cobiças do amor de si e do mundo e o falso proveniente das falácias dos sentidos (n. 1295 e 4729). Que haja os falsos da religião e os falsos da ignorância (n. 4729, 8318 e 9258). Que haja o falso em que há o bem e o falso em que não há bem (n. 2863, 9304, 10109 e 10302). Que haja o que é falsificado (n. 7318, 7319 e 10648). Que todo mal tenha consigo o falso (n. 7577 e 8094). Que o falso proveniente das cobiças do amor de si seja o falso mesmo do mal, e que daí venham os piores gêneros de falsos (n. 4729).
Que o mal seja pesado e por si mesmo caia no inferno, mas não o falso, a não ser que seja proveniente do mal (n. 8279 e 8298). Que o bem seja mudado em mal, e o vero em falso, quando do céu caem no inferno, porque assim estão como que numa atmosfera grosseira e impura (n. 3607). Que os falsos do mal apareçam como névoas e como águas impuras sobre os infernos (n. 8137, 8138 e 8146). Que os que estão nos infernos falem falsos do mal (n. 1695, 7351, 7352, 7357, 7392 e 7699). Que os que estão no mal não possam pensar senão o falso, quando o fazem por si mesmos (n. 7437). Muitas coisas a respeito do mal do falso (n. 2408, 4818, 7272, 8265 e 8279); e a respeito do falso do mal (n. 6359, 7272, 9304 e 10302).
Que todo falso possa ser confirmado e, quando confirmado, apareça como vero (n. 5033, 6865, 8521 e 8780). Que, por isso, deve-se examinar se é um vero antes de confirmá-lo (n. 4741, 7012, 7680, 7950 e 8521). Que se deva ter cuidado para que não se confirmem os falsos da religião, porque daí vem a persuasão do falso que o homem tem após a morte (n. 845 e 8780). A persuasão do falso, quão danosa é (n. 794, 806, 5096 e 7686).
Que o bem não possa influir nos veros enquanto o homem estiver no mal (n. 2434). Que os bens e veros sejam removidos do homem na proporção que ele estiver no mal e nos falsos daí (n. 3402). Que o Senhor tenha o maior cuidado para que o vero não se conjunte ao mal e o falso do mal ao bem (n. 3110, 3116, 4416 e 5217). Que dessa mistura haja a profanação (n. 6348). Que os veros exterminem os falsos, e os falsos exterminem os veros (n. 5207). Que os veros não possam ser recebidos interiormente enquanto a incredulidade reinar (n. 3399).
Que os veros possam ser falsificados, de que maneira (de exemplos, n. 7318). Que seja permitido aos males falsificarem os veros; as causas disso (n. 7332). Que os veros sejam falsificados pelos males pelo fato de serem aplicados e, assim, conduzidos ao mal (n. 8094 e 8149). Chama-se vero falsificado ao que é aplicado ao mal, o que se faz principalmente pelas falácias e pelas aparências nos externos (n. 7334 e 8062). Que aos males seja permitido agredir o vero, mas não ao bem, porque podem por várias interpretações e aplicações falsificar o vero (n. 6677). Que o vero falsificado pelo mal seja contra o vero e o bem (n. 8062). Que o vero falsificado pelo mal apodreça gravemente na outra vida (n. 7319). Muitas coisas a respeito da falsificação do vero (n. 7318, 7319 e 10648).
Que existam falsos da religião que concordam com o bem e que existam os que discordam (n. 9258 e 9259). Que os falsos da religião, se não concordam com o bem, não produzam o mal, [senão] somente nos que estão no mal (n. 8318). Que os falsos da religião não sejam imputados àqueles que estão no bem, mas aos que estão no mal (n. 8051 e 8149). Que os veros não genuínos, e também os falsos, possam ser consociados com os veros genuínos naqueles que estão no bem, mas não naqueles que estão no mal (n. 3470, 3471, 4551, 4552, 7344, 8149 e 9298). Que os falsos e os veros sejam consociados pelas aparências do sentido da letra da Palavra (n. 7344). Que os falsos sejam mudados em veros pelo bem e suavizados, porque são aplicados e conduzidos ao bem, e o mal é removido (n. 8149). Que os falsos da religião, naqueles que estão no bem, sejam recebidos como veros pelo Senhor (n. 4736 e 8149). Que o bem, cuja qualidade venha de um falso da religião, seja aceito pelo Senhor se houver ignorância e, nela, a inocência e um bom propósito (n. 7887). Que os veros no homem sejam aparências de vero e de bem imbuídos de falácias, mas que, não obstante, o Senhor os adapte aos veros genuínos no homem que vive no bem (n. 2053). Que os falsos em que há o bem existam naqueles que estão fora da igreja e, daí, na ignorância do vero, e também naqueles que estão na igreja onde há falsos da doutrina (n. 2589-2604, 2861, 2863, 3263, 3778, 4189, 4190, 4197, 6700 e 9256). Que os falsos em que não há bem sejam mais graves naqueles que estão na igreja do que naqueles que estão fora da igreja (n. 7688). Que os veros e bens sejam tirados dos maus na outra vida e sejam dados aos bons, segundo as palavras do Senhor:
“Ao que tem será dado, para que tenha em abundância, e do que não tem, o que tem será tirado” (Mt. 25:29) (n. 7770).

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