NJDC 22

Obra: A Nova Jerusalém e Sua Doutrina Celeste

Autor: Emanuel Swedenborg

Texto Completo

. Dos que estão nos veros e não no bem, assim, dos veros sem o bem. Que os veros sem o bem não sejam veros em si mesmos, porque não têm vida, pois toda vida do vero vem do bem (n. 3603). Assim, que sejam corpos sem alma, por assim dizer (n. 8530 e 9154). Que eles creiam serem veros as cognições do vero do bem que estão somente na memória e não na vida (n. 5276). Que não sejam apropriados ao homem nem se tornam seus os veros que ele somente sabe e reconhece por causas que procedem do amor de si e do mundo (n. 3402 e 3834). Mas que lhe sejam apropriados os que ele reconhece por causa do vero e do bem mesmos (n. 3849). Que os veros sem o bem não sejam aceitos pelo Senhor (n. 4368); nem salvem (n. 2261). Que os que estão nos veros sem o bem não sejam da igreja (n. 3963). Que não possam ser regenerados (n. 10367).
Que o Senhor não influa nos veros senão por meio do bem (n. 10367). Da separação entre o vero e o bem (n. 5008, 5009, 5022 e 5028). A qualidade do vero sem o bem e do vero procedente do bem (n. 1949, 1950, 1964, 5951); por comparações (n. 5830). Que o vero sem o bem seja desagradável [morosum] (n. 1949-1951 e 1964). Que apareça duro no mundo espiritual (n. 6359, 7068); e pontiagudo (n. 2799). Que o vero sem bem seja como a luz do inverno, na qual todas as coisas da terra entorpecem e nada é produzido, mas que o vero procedente do bem seja como a luz da primavera e do verão, na qual todas as coisas florescem e são produzidas (n. 2231, 3146, 3412 e 3413). Que essa luz de inverno seja mudada em densas trevas quando a luz do céu influi, e que, então, os que estão nesses veros, entram em cegueira e em estupidez (n. 3412, 3413).
Que os que separam os veros do bem estejam nas trevas, na ignorância do vero e nos falsos (n. 9186). Que dos falsos eles se precipitem nos males (n. 3325 e 8094). Os erros e os falsos em que se precipitam (n. 4721, 4730, 4776, 4783, 4925, 7779, 8313, 8765 e 9222). Que a Palavra esteja fechada para eles (n. 3773, 4783, 8780). Que não vejam todas as coisas que o Senhor falou a respeito do amor e da caridade, portanto, a respeito do bem, nem prestem atenção a elas (n. 2051 e 3416). Que ignorem o que é o bem, assim, o que são o amor celeste e a caridade (n. 2471, 3603, 4136 e 9995). Que aqueles que conhecem os veros da fé e vivem no mal abusem dos veros na outra vida, para dominarem; quais são eles e qual a sua sorte ali (n. 4802).
Que o Vero Divino condene ao inferno, mas o Divino Bem eleve ao céu (n. 2258). Que o Vero Divino cause terror, não o Divino Bem (n. 4180). Que haja o ser julgado pelo vero e o ser julgado pelo bem (n. 2335).

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