Texto Completo
. Que a sabedoria seja proveniente do bem por meio do vero. De que maneira o racional no homem é concebido e nasce (n. 2094, 2524, 2557, 3030 e 5126). Que o seja pelo influxo do Senhor por meio do céu nas cognições e nos conhecimentos que há no homem, e que daí haja elevação (n. 1895 e 1899-1901). Que a elevação seja segundo os usos e o amor deles (n. 3074, 3085 e 3086). Que o racional nasça pelos veros; assim, quais eles são, tal é o racional (n. 2094, 2524 e 2557). Que o racional seja aberto e formado pelos veros do bem, e fechado e destruído pelos falsos do mal (n. 3108 e 5126). Que o homem não seja racional pelo fato de ser capaz de raciocinar sobre qualquer assunto, mas pelo fato de poder ver e perceber se algo é ou não um vero (n. 1944). Que o homem não nasça em vero algum, porque não nasce no bem, mas deva aprender tudo e se instruir (n. 3175). Que o homem dificilmente possa receber veros genuínos e, assim, tornar-se sábio, por causa das falácias dos sentidos e das persuasões do falso, e dos raciocínios e da dúvida daí (n. 3175). Que o homem comece a ser sábio assim que começa a ter aversão aos raciocínios contra os veros e a rejeitar a dúvida (n. 3175). Que o humano racional não iluminado zombe dos veros interiores (de exemplos, n. 2654). Que os veros sejam chamados interiores no homem quando são implantados em sua vida e não por ele os conhecer, por mais que sejam chamados veros interiores (n. 10199).
Que haja no bem a faculdade de se tornar sábio; assim, que aqueles que no mundo viveram no bem venham à sabedoria angélica após a saída do mundo (n. 5527, 5859 e 8321). Que haja coisas inumeráveis ínsitas em cada bem (n. 4005). Que pelo bem seja possível saber coisas inumeráveis (n. 3612). Da multiplicação do vero proveniente do bem (n. 5345, 5355 e 5912). Que o bem da infância, pelos veros e por uma vida segundo eles, se torne bem da sabedoria (n. 3504).
Que haja a afeição do vero e a afeição do bem (n. 1904 e 1997). Quais são os que estão na afeição do vero e quais são os que estão na afeição do bem (n. 2422 e 2429). Quais são os que podem vir à afeição do vero e quais são os que não o podem (n. 2689). Que todos os veros estejam ordenados sob uma afeição geral (n. 9094). Que a afeição do vero e a afeição do bem no homem natural sejam como irmão e irmã, mas, no homem espiritual, como o varão e sua mulher (n. 3160).
Que não existam veros puros no homem, nem mesmo no anjo, mas somente no Senhor (n. 3207 e 7902). Que os veros no homem sejam aparências de vero (n. 2053 e 2519). Que os primeiros veros no homem sejam aparências de vero provenientes das falácias dos sentidos, as quais são, todavia, sucessivamente despojadas, conforme ele é aperfeiçoado quanto à sabedoria (n. 3131). Que as aparências de vero no homem que está no bem sejam recebidas como veros pelo Senhor (n. 2053 e 3207). O que são e quais são as aparências de vero (n. 3207, 3357-3362, 3368, 3404, 3405 e 3417). Que o sentido da letra da Palavra seja muitas vezes segundo as aparências (n. 1838). Que os mesmos veros sejam mais veros em um e menos veros em outro, e em outros sejam falsos, porque são falsificados (n. 2439). Que os veros sejam veros também segundo as correspondências entre o homem natural e o espiritual (n. 3128 e 3138). Que os veros difiram segundo as várias ideias e percepções a respeito deles (n. 3470, 3804 e 6917).
Que o vero, quando é conjunto ao bem, desapareça da memória, porque então se torna da vida (n. 3108). Que os veros não possam ser conjuntos ao bem senão num estado livre (n. 3158). Que os veros sejam conjuntos ao bem por meio de tentações (n. 3318, 4572 e 7122). Que no bem haja um esforço contínuo de ordenar os veros e de restituir por aí o seu estado (n. 3610). Que os veros pareçam desagradáveis quando a comunicação com o bem é interceptada (n. 8352). Que o homem dificilmente possa distinguir entre o vero e o bem, porque dificilmente pode distinguir entre pensar e querer (n. 9995). Que o bem seja chamado na Palavra ‘irmão’ do vero (n. 4267). Que, também, em certo respeito, o bem seja chamado ‘senhor’, e o vero ‘servo’ (n. 3409 e 4267).
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