Texto Completo
. Das variedades do bem e do vero. Que haja uma variedade infinita, e uma coisa nunca é a mesma que outra (n. 7236 e 9002). Que nos céus também haja uma variedade infinita (n. 684, 690, 3744, 5598 e 7236). Que as variedades nos céus sejam variedades do bem, e que daí haja distinção de todas as coisas ali (n. 3519, 3744, 3804, 3986, 4005, 4067, 4149, 4263, 7236, 7833, 7836 e 9002). Que essas variedades sejam provenientes dos veros, que são multiplicados, pelos quais cada um tem o bem (n. 3470, 3519, 3804, 4149, 6917 e 7236). Que, assim, todas as sociedades angélicas nos céus e os anjos na sociedade sejam individualmente distintos entre si (n. 690, 3241, 3519, 3804, 3986, 4067, 4149, 4263, 7236, 7833 e 7836). Mas que ajam, todavia, em unidade, pelo amor proveniente do Senhor, e por esse amor visem um só fim (n. 457 e 3986).
Que os bens e veros em geral sejam distintos segundo os graus nas coisas naturais, espirituais e celestes (n. 2069 e 3240). Que haja três graus de bem e, daí, de vero, no geral, segundo os três céus (n. 4154, 9873 e 10270). Que os gêneros tríplices de bens e, daí, de vero, estejam no homem interno e do mesmo modo no externo (n. 4154, 9873 e 10270). Que haja o bem natural, o bem civil e o bem moral (n. 3768). Que o bem natural, em que alguns nascem, não seja bem na outra vida, a menos que se torne espiritual (n. 2463, 2464, 2468, 3408, 3469, 3470, 3508, 3518 e 7761). A respeito do bem natural espiritual e do não espiritual (n. 4988, 4992 e 5032). Que haja um vero intelectual e um vero científico (n. 1904, 1911 e 2503).