NJDC 25

Obra: A Nova Jerusalém e Sua Doutrina Celeste

Autor: Emanuel Swedenborg

Texto Completo

. Que todo bem e todo vero venham do Senhor. Que o Senhor seja o Bem mesmo e o Vero mesmo (n. 2011, 4151, 10336 e 10619). Que o Senhor quanto a um e outro, o Divino e o Humano, seja o Divino Bem do Divino Amor, e que d’Ele proceda o Divino Vero (n. 3704, 3712, 4180 e 4577). Que do Divino Bem do Senhor proceda o Divino Vero, comparativamente como a luz procede do sol (n. 3704, 3712, 4180 e 4577). Que o Divino Vero procedente do Senhor apareça nos céus como luz, e consista em toda a luz do céu (n. 3195, 3223, 5400, 8694, 9399, 9548 e 9684). Que a luz do céu, que é o Divino Vero unido ao Divino Bem, ilumine a visão e o entendimento dos anjos e dos espíritos (n. 2776 e 3138). Que o céu esteja na luz e no calor porque está no vero e no bem, porque o Divino Vero ali é luz e o Divino Bem ali é calor (n. 3643, 9399 e 9400); e na obra O Céu e o Inferno (n. 126-140). Que o Divino Vero procedente do Divino Bem do Senhor forme e ordene o céu angélico (n. 3038, 9408, 9613, 10716 e 10717). Que o Divino Bem unido ao Divino Vero, que está nos céus, seja chamado Divino Vero (n. 10196).
Que o Divino Vero procedente do Senhor seja a única coisa real (n. 6880, 7004 e 8200). Que pelo Divino Vero todas as coisas foram feitas e criadas (n. 2803, 2894, 5272 e 7678). Que ao Divino Vero pertença também todo poder (n. 8200).
Que o homem nada possa fazer de bem e nada pensar do vero por si próprio (n. 874-876). Que o homem racional por si próprio não possa perceber o Divino Vero (n. 2196, 2203 e 2209). Que os veros que não vêm do Senhor venham do proprium do homem, e que não sejam veros, mas somente pareçam veros (n. 8868).
Que todo bem e todo vero venham do Senhor e nada do homem (n. 1614, 2016, 2904, 4151 e 9981). Que os bens e veros sejam bens e veros na proporção que tenham em si o Senhor (n. 2904, 3061 e 8480). Do Divino Vero imediatamente procedente do Senhor e do Divino Vero mediatamente procedente, pelos anjos, e de seu influxo no homem (n. 7055, 7056 e 7058). Que o Senhor influa no bem no homem, e pelo bem nos veros (n. 10153). Que influa pelo bem nos veros de todo gênero, mormente nos veros genuínos (n. 2531 e 2554). Que o Senhor não influa nos veros separados do bem, e que não exista paralelismo entre o Senhor e o homem quanto a eles, mas quanto ao bem (n. 1831, 1832, 3514 e 3564).
Fazer o bem e o vero por causa do bem e do vero; que isto seja amar ao Senhor e amar o próximo (n. 10336). Que aqueles que estão no interno da Palavra, da igreja e do culto amem fazer o bem e o vero por causa do bem e do vero, mas os que estão no seu externo sem o interno amem fazer o bem e o vero por causa de si e do mundo (n. 10683). O que é fazer o bem e o vero por causa do bem e do vero; ilustrado por meio de exemplos (n. 10683).

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