NJDC 140

Obra: A Nova Jerusalém e Sua Doutrina Celeste

Autor: Emanuel Swedenborg

Texto Completo

. Da percepção. Que a percepção seja ver o que são o vero e o bem pelo influxo do Senhor (n. 202, 895, 7680 e 9128). Que a percepção exista somente naqueles que estão no bem do amor oriundo ao Senhor, pelo Senhor (n. 202, 371, 1442 e 5228). Que a percepção exista naqueles que estão no céu, os quais, quando viveram como homens no mundo, aplicaram à vida os doutrinais da igreja que vêm da Palavra e não puseram antes na memória. Que, assim, os interiores que são de sua mente tenham sido formados para recepção do influxo Divino, e que, por isso, seu entendimento esteja continuamente na iluminação no céu (n. 104, 495, 503, 521, 536, 1616, 1791 e 5145). Que esses saibam coisas inumeráveis e sejam imensamente sábios (n. 2718 e 9543). Que aqueles que estão na percepção não raciocinem sobre os veros da fé, e que pereceria com eles a percepção se raciocinassem (n. 586, 1398 e 5897). Que não possam ter percepção aqueles que creem saber e ser sábios por si mesmos (n. 1386). Que os eruditos não compreendam o que é essa percepção; pela experiência (n. 1387).
Que aqueles que estão no reino celeste do Senhor tenham percepção, mas que aqueles que estão no reino espiritual não tenham percepção, porém tenham, no lugar dela, a consciência (n. 805, 2144, 2145 e 8081). Que aqueles que estão no reino celeste do Senhor não pensem pela fé, como os que estão no reino espiritual do Senhor, porque os que estão no reino celeste estão pelo Senhor na percepção de tudo o que é da fé (n. 202, 597, 607, 784, 1121, 1387, 1398, 1442, 1919, 7680, 7877 e 8780). Por causa disso, os anjos celestes dizem somente, a respeito dos veros da fé, ‘sim, sim’, ‘não, não’, porque os percebem e veem, enquanto os anjos espirituais raciocinam a respeito dos veros da fé, se não ou não são assim (n. 2715, 3246, 4448, 9166 e 10786), onde são explicadas as palavras do Senhor:
“Seja... a vossa fala: Sim, sim; não, não; o que passar disso procede do mal” (Mt. 5:37)
Que os anjos celestes nem mesmo queiram nomear a fé, porque sabem os veros da fé pela percepção do vero (n. 202 e 337). A diferença entre os anjos celestes e os anjos espirituais (n. 2088, 2669, 2708-2715, 3235, 3240, 4788, 7068, 8521, 9277 e 10295). Da percepção daqueles que foram da Igreja Antiquíssima, que foi uma igreja celeste (n. 125, 597, 607, 784, 895, 1121 e 5121).
Que exista uma percepção interior e uma exterior (n. 2145, 2171, 2831 e 5920). Que exista no mundo a percepção do que é justo e equitativo, mas raramente a percepção do vero e do bem espirituais (n. 2831, 5937 e 7977). Que a luz da percepção seja completamente diferente da luz da confirmação, e que não sejam semelhantes, ainda que para que alguns possam parecer semelhantes (n. 8521 e 8780).
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