NJDC 255

Obra: A Nova Jerusalém e Sua Doutrina Celeste

Autor: Emanuel Swedenborg

Texto Completo

Dos Arcanos Celestes
255. Da necessidade e da superioridade da Palavra. Que pelo lume natural nada se saiba sobre o Senhor, sobre o céu e o inferno, sobre a vida do homem após a morte e sobre os Divinos pelos o homem tem vida espiritual e eterna (n. 8944 e 10318-10320). Que isto se possa ver pelo fato de muitas pessoas – e entre elas os eruditos – não crerem nessas coisas, embora tenham nascido onde há a Palavra e por ela tenham sido instruídas a esse respeito (n. 10319). Que, por isso, tornou-se necessário que alguma revelação fosse dada do céu, porque o homem nasceu para o céu (n. 1775). Que, por isso, para todo tempo tenha havido uma revelação (n. 2895). Das várias espécies de sucessivas revelações nesta terra (n. 10355 e 10632). Que, para os antiquíssimos, que existiram antes do dilúvio, cujo tempo foi chamado século de ouro, tenha havido uma revelação imediata, e, daí o Divino Vero tenha sido inscrito em seus corações (n. 2896). Que, nas igrejas antigas, que existiram depois do dilúvio, tenha havido uma Palavra, tanto histórica quanto profética (n. 2686 e 2897; a respeito dessas igrejas, vide o n. 247). Que essa Palavra tenha sido semelhante à nossa Palavra quanto à inspiração (n. 2897). Que ela tenha sido citada por Moisés (n. 2897). Mas que ela tenha sido perdida (n. 2686 e 2897). Que também tenha havido revelações proféticas com outros, como é evidente pelas profecias de Balaão (n. 2898).
Que a Palavra seja Divina em todas e cada uma das coisas (n. 639, 680, 10321 e 10637). Que a Palavra seja Divina e santa quanto a cada iota e cada acento (n. 9349). De que modo se explica hoje que a Palavra seja inspirada quanto a cada iota (n. 1886).
Que a igreja específica seja onde há a Palavra e por ela o Senhor é conhecido e os Divinos veros revelados (n. 3857 e 10761). Mas que por isso não seja da igreja os que nasceram onde há a Palavra e por ela o Senhor é conhecido, mas os que são regenerados pelo Senhor por meios dos veros da Palavra, que são aqueles que vivem segundo os veros ali, assim, os que vivem uma vida de amor e de fé (n. 6637, 10143, 10153, 10578, 10645 e 10829).

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