NJDC 277

Obra: A Nova Jerusalém e Sua Doutrina Celeste

Autor: Emanuel Swedenborg

Texto Completo

. Do influxo. Do influxo do céu no mundo e do influxo da alma em todas as coisas do corpo (por experiência, n. 6053-6058, 6189-6215, 6307-6327, 6466-6495 e 6598-6626). Que nada exista por si, mas por algo anterior a si, assim, todas as coisas por um Primeiro (n. 4523, 4524, 6040 e 6056). Que todas as coisas subsistam assim como existiram, pois a subsistência é a perpétua existência (n. 2886, 2888, 3627, 3628, 3648, 4523, 4524, 6040 e 6056). Que o influxo se faça segundo essa ordem (n. 7270). Daí é evidente que todas as coisas existem perpetuamente por um Primeiro Ser, porque por este existiram (n. 4523, 4524, 6040 e 6056). Que tudo da vida influa do Primeiro, porque daí vem, assim, do Senhor (n. 3001, 3318, 3337, 3338, 3344, 3484, 3628, 3629, 3741-3743, 4318-4320, 4417, 4524, 4882, 5847, 5986, 6325, 6468-6470, 6479, 9276 e 10196). Que todo existir seja do Ser, e que nada possa existir a menos que tenha em si o ser (n. 4523, 4524, 6040 e 6056). Que influam todas as coisas que o homem pensa e quer (por experiência, n. 904, 2886-2888, 4151, 4319, 4320, 5846, 5848, 6189, 6191, 6194, 6197-6199, 6213, 7147 e 10219). Que venha do influxo o fato de o homem poder ter intuição, pensar e concluir analiticamente a respeito de algo (n. 2888, 4319 e 4320). Que o homem não possa viver um só momento se lhe for tirado o influxo do mundo espiritual, e que, não obstante, o homem esteja no livre (por experiência, n. 2887, 5849, 5854 e 6321). Que a vida, que influi do Senhor, varie segundo o estado do homem e segundo a recepção (n. 2069, 5986, 6472 e 7343). Que nos maus o bem que influi do Senhor seja mudado em mal, e o vero em falso (por experiência, n. 3643 e 4632). Que o homem receba o bem e o vero que influem continuamente do Senhor na proporção que o mal e o falso não o impeçam (n. 2411, 3142, 3147 e 5828). Que todo bem influa do Senhor, e todo mal do inferno (n. 904 e 4151). Que o homem hoje creia que todas as coisas estão nele e vêm dele, quando, todavia, elas influem, e que ele saiba isto pelo doutrinal da igreja de que todo bem vem do céu e todo mal vem do inferno (n. 4249, 6193 e 6206). Mas, se ele cresse como a coisa de fato é, ele não apropriaria o mal si, pois o rejeitaria de si para o inferno, nem consideraria seu o bem nem, por conseguinte, nem mérito algum (n. 6206, 6324 e 6325).
Quão feliz seria então o estado do homem, pois veria pelo interior o bem e o mal, pelo Senhor (n. 6325). Que aqueles que negam o céu, ou nada sabem dele, ignorem que exista algum influxo dali (n. 4322, 5649, 6193 e 6479). O que é o influxo (ilustrado por considerações, n. 6128, 6190 e 9407). Que haja influxo espiritual e não físico, assim, que o influxo seja do mundo espiritual no natural e não do natural no espiritual (n. 3219, 5119, 5259, 5427, 5428, 5477, 6322, 9109 e 9110). Que o influxo seja pelo homem interno no externo e não vice versa (n. 1702, 1707, 1940, 1954, 5119, 5259, 5779, 6322 e 9380). Porque o homem interno está no mundo espiritual, e o externo no natural (n. 978, 1015, 3628, 4459, 4523, 4524, 6057, 6309, 9701-9709, 10156 e 10472). Que pareça que o influxo seja dos externos no interno, mas que isto seja uma falácia (n. 3721). Que o influxo no homem seja em suas coisas racionais e, por estas, nos conhecimentos, e não vice versa (n. 1495, 1707 e 1940). Qual é a ordem do influxo (n. 775, 880, 1096, 1495 e 7270).
Que o influxo seja imediato do Senhor e também mediato, pelo mundo espiritual ou o céu (n. 6063, 6307, 6472, 9682 e 9683). Que o influxo imediato do Senhor esteja nas mais singulares de todas as coisas (n. 6474-6478, 8717 e 8728). Do influxo mediato do Senhor pelo céu (n. 4067, 6982, 6985 e 6996). Que seja feito por meio de espíritos e anjos que são adjuntos ao homem (n. 697 e 5846-5866). Que o Senhor influa pelos anjos nos fins, pelos quais e por causa dos tais o homem pensa, quer e age de determinada maneira (n. 1317, 1645, 5846 e 5854); e que influa nas coisas que pertencem à consciência no homem (n. 6207 e 6213). Mas, pelos espíritos, nos pensamentos e, daí, nas coisas da memória (n. 4186, 5854, 5858, 6192, 6193, 6198, 6199 e 6319). Que o homem dificilmente possa crer nisso (n. 6214). Que o Senhor influa nos primeiros e ao mesmo tempo nos últimos, ou nos íntimos e ao mesmo tempo nos extremos; de que maneira (n. 5147, 5150, 6473, 7004, 7007 e 7270).
Que o influxo do Senhor seja no bem no homem, e pelo bem no vero, mas não o contrário (n. 5482, 5649, 6027, 8685, 8701 e 10153). Que o bem dê a faculdade de receber o influxo do Senhor, mas não o vero sem o bem (n. 8321). Que aquilo que entra no pensamento não prejudique, mas o que entra na vontade, porque isto é apropriado ao homem (n. 6308). Que o Divino nos supremos seja tácito e pacífico, mas, à medida que desce em direção aos inferiores no homem, se torne não pacífico e tumultuoso, por causa das coisas desordenadas aí (n. 8823). A qualidade do influxo do Senhor nos profetas (n. 6212).
Que haja um influxo geral (n. 5850). Que ele seja um esforço contínuo de agir segundo a ordem (n. 6211). Que esse influxo esteja na vida dos animais (n. 5850). Também nos sujeitos do reino vegetal (n. 3648). Que também segundo o influxo geral o pensamento caia na linguagem e a vontade nos gestos, no homem (n. 5862, 5990, 6192 e 6211).

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