Texto Completo
. Do influxo da vida no homem em particular. Que haja uma única vida, da qual todos vivem, tanto no céu quanto no mundo (n. 1954, 2021, 2536, 2658, 2886-2889, 3001, 3484, 3742, 5847 e 6467). Que essa vida seja proveniente do Senhor, só (ilustrado por vários exemplos, n. 2886-2889, 3344, 3484, 4319, 4320, 4524, 4882, 5986, 6325, 6468-6470, 9276 e 10196). (Que o Senhor seja a Vida mesma vê-se em João 1:1, 4; 5:26; 14: 6). Que a vida proveniente do Senhor influa nos anjos, espíritos e anjos de um modo admirável (n. 2886-2889, 3337, 3338, 3484 e 3742). Que o Senhor influa por seu Divino Amor, que é tal que quer que o seu seja de outrem (n. 3742 e 4320). Que todo amor seja assim, portanto, ainda mais infinitamente o Divino Amor (n. 1820, 1865, 2253 e 6872). Que daí a vida pareça como se estivesse no homem, e não como influindo (n. 3742 e 4320). Que a vida pareça como se estivesse no homem é também porque a causa principal, que é a vida oriunda do Senhor, e a causa instrumental, que é a forma recipiente, fazem uma única causa, que é sentida no instrumental (n. 6325). Que o principal da sabedoria e da inteligência dos anjos seja perceber e saber que tudo da vida vem do Senhor (n. 4318). Do contentamento dos anjos, percebido e confirmado a mim pela linguagem, pelo fato de não viverem por si, mas pelo Senhor (n. 6469). Que os maus não queiram ser convencidos de que a vida influa (n. 3743). Que a dúvida a respeito do influxo de vida oriunda do Senhor não possa ser removida enquanto reinarem as falácias, a ignorância e o negativo (n. 6479). Que todos os que são da igreja saibam que todo bem e vero é oriundo do céu, isto é, do Senhor pelo céu, e que todo mal e falso é oriundo do inferno; e, todavia, tudo da vida se refere ao bem e vero e ao mal e falso, a ponto de não haver vida sem estes (n. 2893 e 4151). Que isto também seja ditado pelo doutrinal da igreja que é tirado da Palavra (n. 4249). Que, não obstante, o homem não creia que a vida influi (n. 4249). Que o homem morreria num instante se fossem tiradas a comunicação e a ligação com os espíritos e os anjos (n. 2887). Que daí também seja evidente que a vida influi do Primeiro Ser, porque nada existe por si, mas por anteriores a si, portanto, todas as coisas por um Primeiro; e como assim existe, também absolutamente subsiste, porquanto a subsistência é a perpétua existência (n. 4523 e 4524). Que os anjos, espíritos e homens sejam criados para receberem a vida; assim, que sejam somente formas recipientes de vida (n. 2021, 3001, 3318, 3344, 3484, 3742, 4151, 5114 e 5986). Que sejam formas tais segundo a qualidade com que recebem (n. 2888, 3001, 3484, 5847, 5986, 6467 e 6472). Que, por isso, os homens, os espíritos e os anjos sejam tais quais são formas recipientes da vida oriunda do Senhor (n. 2888, 5847, 5986, 6467 e 6472). Que o homem seja criado de tal modo que, em seus íntimos e, daí, nos subsequentes em ordem, possa receber o Divino, ser elevado ao Divino e ser conjunto ao Divino pelo bem do amor e pelos veros da fé, e que por isso viva na eternidade, diferentemente das bestas (n. 5114).
Que a vida oriunda do Senhor também influa nos maus, assim, também nos que estão no inferno (n. 2706, 3743, 4417 e 10196). Mas que esses mudem o bem em mal e o vero em falso, assim, a vida em morte espiritual, pois qual é o homem, tal é a recepção da vida (n. 4319, 4320 e 4417). Que os bens e veros do Senhor também influam continuamente neles, mas que eles ou os rejeitem, ou os sufoquem, ou os pervertam (n. 3743). Que aqueles que estão nos males e, daí, nos falsos, não tenham a vida real; qual é essa vida (n. 726, 4623, 4747, 10284 e 10286).