NJDC 304

Obra: A Nova Jerusalém e Sua Doutrina Celeste

Autor: Emanuel Swedenborg

Texto Completo

. Que o Senhor tenha unido o Divino Vero ao Divino Bem, assim, o Seu Humano ao Divino mesmo. Que o Senhor tenha sido instruído como outro homem (n. 1457, 1461, 2523 e 3030). Que o Senhor tenha progredido sucessivamente para a união com o Pai (n. 1864, 2033, 2632, 3141, 4585, 7014 e 10076). Quanto mais o Senhor era unido ao Pai, mais falava como se fosse consigo mesmo, e, em outras ocasiões, como se fosse com outro (n. 1745, 1999 e 7058). Que o Senhor tenha unido o Humano ao Divino pelo Seu próprio poder (n. 1616, 1749, 1752, 1813, 1921, 2025, 2026, 2523, 3141, 5005, 5045 e 6716). Que o Senhor tenha unido o Divino Vero, que era Ele, com o Divino Bem, que estava n’Ele (n. 10047, 10052 e 10076). Que a união tenha sido recíproca (n. 2004 e 10067). Que o Senhor, quando saiu do mundo, tenha feito o Seu Humano tornar-se o Divino Bem (n. 3194, 3210, 6864, 7499, 8724, 9199 e 10076). Que, assim, tenha saído do Pai e voltado ao Pai (n. 3194 e 3210). Que assim Se tenha feito um com o Pai (n. 2751, 3704 e 4766). Que na união com o Divino mesmo, que estava n’Ele, o Senhor tenha visado a Sua conjunção com o gênero humano (n. 2034). Que após a união o Divino Vero proceda do Senhor (n. 3704, 3712, 3969, 4577, 5704, 7499, 8127, 8241, 9199 e 9398). De que maneira o Divino Vero procede (ilustrado, n. 7270 e 9407).
Se o Divino não estivesse no Humano do Senhor pela concepção, o Humano não poderia unir-se ao Divino, por causa do ardor do infinito Amor, no qual está o Divino mesmo (n. 6849). Que, por isso, nenhum anjo poderia se unir ao Divino mesmo, a não ser à distância e por revestimento; de outro modo, seria consumido (n. 6849). Que o Divino Amor seja assim (n. 8644). Que daí se possa ver que o Humano do Senhor não foi como o humano de outro homem (n. 10125 e 10826). Que a união com o Pai, da qual veio a Sua alma, não tenha sido como a união entre dois, mas como entre a alma e o corpo (n. 3737 e 10824). Que ‘união’ se refira ao Humano do Senhor com o Divino, mas ‘conjunção’ se refira ao homem com o Divino (n. 2021).

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