NJDC 305

Obra: A Nova Jerusalém e Sua Doutrina Celeste

Autor: Emanuel Swedenborg

Texto Completo

. Que assim o Senhor tenha feito Divino o Seu Humano. O Humano do Senhor é Divino, porque vem do Ser do Pai, que é a Alma mesma (ilustrado pela semelhança dos pais nos filhos, n. 10269, 10372 e 10823). E porque veio do Divino Amor, que estava n’Ele (n. 6872). Que cada homem seja tal qual é o seu amor, e seja o seu amor (n. 6872, 10177 e 10284). O Senhor foi o Divino Amor (n. 2077 e 2253). Que o Senhor tenha feito Divino todo o Humano, tanto o interno quanto o externo (n. 1603, 1815, 1902, 1926, 2093 e 2803). Que, por isso, tenha ressuscitado quanto a todo o corpo, diferentemente de qualquer homem (n. 1729, 2083, 5078 e 10825). Que o Humano do Senhor seja Divino é o que se reconhece pela onipresença do Seu Humano na Santa Ceia (n. 2343 e 2359). Que seja evidente por Sua transfiguração diante dos três discípulos (n. 3212). E, também, pela Palavra (n. 10154). E que aí Ele seja chamado JEHOVAH (n. 1603, 1736, 1815, 1902, 2921, 3035, 5110, 6303, 6281, 8864, 9194 e 9315). Que no sentido da letra se faça distinção entre o Pai e o Filho, ou entre JEHOVAH e o Senhor, mas não no sentido interno da Palavra, no qual estão os anjos do céu (n. 3035). Que o mundo cristão não reconheça como Divino o Humano do Senhor; que isto tenha tido origem num concílio, por causa do papa, para que este fosse reconhecido como vigário [substituto] do Senhor (pela conversa com eles na outra vida, n. 4738).
Que o Divino Humano tenha sido de eternidade o Divino Vero no céu, assim, o Divino Existir; depois se tornou no Senhor o Divino Ser, do qual vem o Divino Existir no céu (n. 3061, 6280, 6880 e 10579). Qual foi o estado do céu anteriormente (n. 6371-6373). Que o Divino não fosse tão perceptível nem receptível, a não ser quando passasse no céu (n. 6982, 6996 e 7004). Que o Senhor tenha sido de eternidade o Divino Vero no céu (n. 2803, 3195 e 3704). Que Este seja o Filho de Deus nascido de eternidade (n. 2628 e 2798).
Que no céu não se perceba outro Divino senão o Divino Humano (n. 6475, 9303, 9356, 9571 e 10067). Que os antiquíssimos não tenham podido adorar o Ser infinito, mas o Existir infinito, que é o Divino Humano (n. 4687 e 5321). Que os antigos tenham reconhecido o Senhor, porque Ele lhes apareceu na forma humana, e este foi o Divino Humano (n. 5110, 5663, 6846 e 10737). Que os habitantes de todos os planetas adorem o Divino sob a forma humana, e alegrem-se quando ouvem que Deus realmente Se fez Homem (n. 6700, 8541-8547, 9361 e 10736-10738; vide o opúsculo Das Terras no Nosso Universo Solar e do Céu Astral). Que a respeito de Deus não se possa pensar senão na forma humana, e o que é incompreensível não cai em ideia alguma (n. 9359 e 9972). Que o homem possa adorar Aquele de quem tem alguma ideia e não aquele de quem não tem ideia alguma (n. 4733, 5110, 5663, 7211, 9356 e 10067). Que, por isso, o Senhor seja adorado sob a forma humana pela maioria dos que estão nas terras no mundo, e que isto venha por um influxo do céu (n. 10159). Que todos os que estão no bem quanto à vida, quando pensam no Senhor, pensem no Divino Humano e não no Humano separado do Divino (n. 2326, 4724, 4731, 4766, 8878, 9193 e 9198). Que aqueles que na igreja hoje estão no mal quanto à vida, como também os que estão na fé separada da caridade, pensem no Humano do Senhor sem o Divino, e também não compreendam o que é o Divino Humano; a causa disso (n. 3212, 3241, 4689, 4692, 4724, 4731, 5321, 6371, 8878, 9193 e 9198).

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