- Por este Preceito: "Não há outro Deus diante das minhas faces", no Sentido natural, entende-se também, que nenhum Homem, defunto ou vivo, deve, ser adorado como Deus como também tinha sido feito no Mundo Asiático e em diversos lugares em torno; muitos deuses das Nações não eram outra coisa, como Baal, Astaroth, Chémos, Mikom, Belzebu; e em Atenas e em Roma, Saturno, Júpiter, Netuno, Plutão, Apolo, Palas, etc., dos quais, alguns foram adorados a princípio como Santos, depois como Deidades (Numina), e enfim, como Deuses. Que se tenha também adorado como deuses, Homens vivos, vê-se por este Édito de Dario, o Medo, que ninguém durante trinta dias devia pedir cousa alguma a Deus, mas ao Rei somente, sob pena de ser lançado na fossa dos leões (Daniel VI, 8 a 29).
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