ac 3704

Emanuel Swedenborg
Obra: Arcanos Celestes – Gênesis Explicado

Texto

. ‘E DEUS de Isaque’; que signifique o Senhor quanto ao Divino Humano, é evidente pela representação de ‘Isaque’, que é o Divino Racional do Senhor; e como o racional é aquilo em que o humano começa (n. 2194) e, assim, a partir do que e por meio do que há o humano, por isso aqui por ‘DEUS de Isaque’ é significado o Divino Humano do Senhor. Como todas e cada uma das coisas no céu, e todas e cada uma das coisas no homem, e mesmo em toda natureza, têm relação com o bem e o vero, por isso também o Divino do Senhor se distingue em Divino Bem e Divino Vero, e o Divino Bem do Senhor é chamado ‘Pai’, e o Divino Vero, ‘Filho’; mas o Divino do Senhor não é nenhuma outra coisa senão o Bem; assim, é o Bem mesmo; mas o Divino Vero é o Divino Bem do Senhor de tal modo aparecendo no céu, ou diante dos anjos. Este é como Sol. Em sua essência, o sol mesmo nada mais é do que fogo, mas a luz que aparece dali não está no sol, mas procede do sol. Que o Senhor, quanto ao Divino Bem seja representado pelo sol e, também, que na outra vida Ele é o Sol para todo o céu, pode-se ver acima (n. 1053, 1521, 1529-1531, 2495, 3636, 3643); e que o Senhor quanto ao Divino Vero seja representado pela luz, e também seja, na outra vida, a Luz para todo o céu, ver n. 1053, 1521, 1529-1530, 2776, 3138, 3195, 3222-3223, 3339, 3341, 3636, 3643.
[2] Assim, o Senhor, em Sua Essência, não é outra coisa senão o Divino Bem, e isso quanto a um e ao outro, a saber, quanto ao Divino mesmo e quanto ao Divino Humano; mas o Divino Vero não está no Divino Bem, mas procede do Divino Bem, porquanto assim o Divino Bem aparece no céu, como acima foi dito. E porque o Divino Bem aparece como Divino Vero, é por isso que, para a compreensão do homem, o Divino do Senhor se distingue em Divino Bem e em Divino Vero, e que o Divino Bem é o que na Palavra é chamado ‘Pai’, e o Divino Vero é o que é chamado ‘Filho’. É esse o arcano que está oculto nisto, que o Senhor mesmo fala tantas vezes de Seu Pai como distinto dele e, por assim dizer, como outro diferente d’Ele, e que, entretanto, em outras passagens Ele diz que Ele é um com o Pai [cum Ipso]. Que o ‘Pai’, no sentido interno, seja o Bem, e, no sentido supremo, o Senhor quanto ao Divino Bem, vê-se logo acima (n. 3703); e que o ‘Filho’ seja o Vero, e que o ‘Filho de Deus’ e o ‘Filho do homem’ seja o Senhor quanto ao Divino Vero, foi visto (n. 1729, 1730, 2159, 2803, 2813); e isso também se vê por todas as passagens onde o Senhor menciona Seu Pai, e a Si mesmo chama Filho.
[3] Que o Senhor, na Palavra do Antigo Testamento, seja Aquele que é chamado JEHOVAH, foi visto (n. 1343, 1736, 2921); e que também ali seja chamado Pai, é evidente por estas palavras: em Isaías:
“Um menino nos nasceu, um Filho se nos deu, e será o principado sobre os Seus ombros, e será chamado o Nome d’Ele, Admirável, Conselheiro, Deus, Forte, Pai da eternidade, Príncipe da paz” (9:6);
vê-se claramente que ‘o Filho que nos nasceu’ e ‘o Filho que se nos deu’ é o Senhor, que assim é Ele que é chamado ‘Pai da eternidade’. Em Jeremias:
“Serei a Israel por Pai, e Efraim, o Meu primogênito” (31:9);
aí se trata do Senhor, Que, assim como foi visto (n. 3305), é o Deus de Israel e o Santo de Israel; aqui, Ele é o ‘Pai de Israel’. Em Malaquias:
“Não temos um só Pai todos nós? Um só Deus não nos criou?” (2: 10);
aqui, ‘criar’, no sentido interno, é regenerar, como também em outras passagens na Palavra (ver n. 16, 88, 472); e porque o Senhor é o único Regenerador e o único Redentor, é Ele que é aqui dito ‘Pai’ e ‘Deus’, como em Isaías:
“Tu [és] o nosso Pai, porque Abrahão não nos conhece, e Israel não nos reconhece; Tu, JEHOVAH, [és] nosso Pai, o nosso Redentor, desde a eternidade [é] o teu Nome” (63:16).
[4] No mesmo:
“Revesti-Lo-ei da Tua túnica, e com o Teu cinto fortificá-Lo-ei, e a Tua dominação darei na mão d’Ele, para que seja por Pai do habitante de Jerusalém e da casa de Judá, e porei a chave da casa de Davi sobre o ombro d’Ele, e abrirá e não se há de fechar, e fechará e não se há de abrir; e fincá-Lo-ei [como] um cravo em um lugar fiel, para que seja o trono da gloria do Pai d’Ele, ao qual suspendam toda a glória da casa do Pai d’Ele, dos filhos e dos netos, todos os vasos [até] o menor, desde os vasos das crateras até todos os vasos dos saltérios [nabliorum]” (Is. 22:21, 22, 23, 24).
Que seja o Senhor que é representado e significado aqui no sentido interno, e que é chamado o ‘Pai do habitante de Jerusalém e da casa de JEHOVAH’, é isso evidente, pois é Aquele sobre cujo ombro está a chave da casa de Davi, Ele que abre e ninguém fecha, e que fecha e ninguém abre (ver o prefácio do capitulo, 22); é a Ele que pertence o trono da glória de Seu Pai, e sobre quem e por quem são todas as coisas santas, as quais aqui são chamadas ‘vasos’; as coisas santas celestes, ‘vasos das crateras’, e as coisas santas espirituais, ‘vasos dos saltérios’.
[5] Como os reis e os sacerdotes representavam o Senhor, os reis pela realeza que estava neles, o Senhor quanto ao Divino Vero; e os sacerdotes, o Senhor quanto ao Divino Bem (n. 3670), por isso os sacerdotes eram chamados pais, como se pode ver no Livro dos Juízes:
“Disse Michah ao Levita: Permaneça comigo, e sê a mim por pai e sacerdote” [Jz. 17:10]
igualmente, os filhos de Davi diziam ao mesmo:
“Cala-te, põe a mão sobre a tua boca e vem conosco, e sê para nós por pai e sacerdote” (Jz. 18:19);
os próprios reis lhes davam igualmente esse nome, como se vê no Segundo Livro dos Reis:
“Disse o Rei de Israel a Eliseu: Será que ferirei o meu pai? E disse: Não ferirás” (2 Reis, 6:21, 22);
e rei Joás deu a Eliseu [o nome de Pai] quando este morria:
“Joás, o rei, ... chorou diante das faces dele, e disse: Meu Pai, meu Pai, carro de Israel e os seus cavaleiros” (2 Reis, 13:14);
que tenham sido chamados ‘reis’, era porque representavam o Senhor quanto ao Divino Vero, e os sacerdotes O representavam quanto ao Divino Bem, e porque o vero é em relação ao bem o que o filho é em relação ao pai, pois o vero procede do bem.
[6] Isso é conhecidíssimo na outra vida, e é por esta razão que, no céu, somente o Senhor é chamado Pai, e que pelo Pai na Palavra dos Evangelistas só se percebe o Senhor (ver n. 15, 1729); ali, todas as crianças, quando são iniciadas no bem do amor e no vero desse bem, são ensinadas a reconhecer o Senhor só por Pai. Ainda mais, os noviços que entram no céu ficam surpresos de que haja um só Deus; e os que estiveram dentro da igreja, de que todo o trino esteja no Senhor, pois quase todos os do mundo cristão têm consigo a ideia de três deuses, embora de boca tenham dito que não há senão um só Deus; pois, pensar um, quando a ideia de três entrou antes, e que cada um dos três é chamado Deus [e] é distinguido de um outro quanto aos atributos e as funções, e até é adorado separadamente, isto não é humano. Daí vem que o culto de três deuses está no coração, enquanto o de um só Deus está na boca somente.
[7] Que todo o Trino esteja no Senhor, é isso conhecido no mundo cristão, mas na outra vida [os cristãos] dirigem pouco os seus pensamentos sobre o Senhor, e até o Seu Humano é para muitos um escândalo, porque eles distinguem o Humano do Divino, e não o creem Divino. O homem diz que ele próprio é justificado, e que, assim, ele se torna puro e quase santo; mas não se crê que o Senhor foi glorificado, isto é, que o Seu Humano foi feito Divino, ainda que ele tenha sido concebido de JEHOVAH mesmo, e que, além disso, ninguém pode ser justificado, nem menos ainda ser santificado senão pelo Divino e até pelo Divino Humano do Senhor, e que é representado e significado na Santa Ceia, e se diz abertamente que o pão é Seu corpo e o vinho, Seu sangue. Que o Senhor é um com o Pai, e que Ele é de toda eternidade, e que Ele governa o universo, que, assim, Ele é o Divino Bem e o Divino Vero mesmos, foi visto claramente pela Palavra.
[8] QUE ELE É UM COM O PAI, foi visto em João:
“Deus ninguém jamais viu, o Filho Unigênito, Que [está] no seio do Pai, [Ele O expôs]” (1:18).
No mesmo:
“[...] Buscavam os judeus matar Jesus, porque ...dissera ser Deus o próprio Pai, fazendo-Se Ele igual a Deus. Respondeu Jesus e disse: Amém, amém, vos digo: não pode o Filho fazer por Si mesmo coisa alguma a não ser que tenha visto o Pai fazer, pois as coisas que Este faz, essas também o Filho faz igualmente. Do mesmo modo que o Pai ressuscita os mortos e vivifica, assim também o Filho vivifica os que quer; nem o Pai julga a ninguém, mas todo o juízo deu ao Filho, para que todos honrem o Filho do mesmo modo que honram o Pai. [...] Do mesmo modo que o Pai tem a vida em Si mesmo, assim deu também ao Filho ter a vida em Si mesmo. [...] O Pai, Que Me enviou, Ele mesmo deu testemunho de Mim; nem a voz d’Ele ouvistes jamais, nem a aparência d’Ele vistes jamais. [...] Escrutai as Escrituras,... são elas que atestam de Mim” (João, 5:1 até o fim).
Aí pelo ‘Pai’ se entende, como se disse, o Divino Bem, e pelo ‘Filho’, o Divino Vero, um e outro no Senhor. Do Divino Bem, que é o Pai, não pode proceder, ou sair, senão o Divino, e este que procede, ou sai, é o Divino Vero, que é o Filho.
[9] No mesmo:
“[...] Todo aquele que ouviu do Pai e aprendeu vem a Mim, não que alguém tenha visto o Pai, senão Aquele Que está no Pai, Esse viu o Pai” (João, 6:44–48).
No mesmo:
“Disseram-lhe: Onde está o Teu Pai? Respondeu Jesus: Nem Me conhecestes, nem ao Meu Pai; se Me conhecêsseis, também ao Meu Pai conheceríeis” (João, 8:18, 19).
No mesmo:
“Eu e o Pai somos um. [...] Se em todo caso não credes em Mim, crede nas obras, para que conheçais e creiais que o Pai [está] em Mim, e Eu no Pai” (João, 10:30, 38).
No mesmo:
“Jesus disse: Quem crê em Mim, não crê em Mim, mas n’Aquele Que Me enviou, e quem vê a Mim, vê Aquele Que Me enviou. Eu, a Luz, vim ao mundo para que todo aquele que crê em Mim não permaneça nas trevas” (João, 12:44, 45, 46).
Que ‘o Pai O tenha enviado’ significa, no sentido interno, que Ele procede do Pai; do mesmo modo aqui e em outras passagens onde o Senhor diz que o Pai O enviou. Que luz seja o Divino Vero, viu-se acima.
[10] No mesmo:
“Eu sou o caminho e a verdade e a vida, ninguém vem ao Pai senão por Mim. Se Me conhecêsseis, também ao Meu Pai conheceríeis; e desde já O tendes conhecido, e O tendes visto. Disse Felipe: Senhor, mostra-nos o Pai... Disse Jesus: Estou há tanto tempo convosco e não Me conheceste, Felipe? Quem vê a Mim vê o Pai. Como, pois, tu dizes: Mostra-nos o Pai. Não crês que Eu estou no Pai e o Pai está em Mim? As palavras que Eu vos falo, não falo de Mim mesmo, o Pai que permanece em Mim, Ele faz as obras. Crede-me, que estou no Pai e o Pai está em Mim. [...] Tudo que pedirdes em Meu Nome, isso farei, para que seja glorificado o Pai no Filho” (João, 14:6 a 13).
No mesmo:
“Quem tem os Meus preceitos e os pratica, esse é quem Me ama; quem, porém, Me ama, será amado pelo Meu Pai, e Eu o amarei, e Eu mesmo Me manifestarei a ele [...] Se alguém Me amar, a Minha palavra guardará, e o Meu Pai amá-lo-á, e a ele viremos, e morada nele faremos” (João, 14:21, 23).
[11] Aqueles que estão no Divino Vero são os que têm os preceitos e que os fazem [isto é, os praticam], e aqueles que estão no Divino Bem são os que os amam; daí vem que se diga: “Ele será amado de Meu Pai, e viremos a ele e morada nele faremos”; a saber, o Divino Bem e o Divino Vero; é por isso que se diz no mesmo:
“Nesse dia vós conhecereis que Eu estou no Meu pai e vós em Mim” (João, 14:20);
e nesta passagem:
“Pai Santo, guarda-os no Teu Nome para que sejam um como Nós” (João, 17:11);
sendo assim, vê-se que o Senhor diga ‘Pai’ do Divino Bem que Lhe pertence, e ‘Filho’, do Divino Vero que provém do Divino Bem; assim, que Eles não são dois, mas um só. Mas que o Senhor falou assim, era a fim de que a Palavra fosse recebida tanto na terra como no céu, e também porque antes que o Senhor tivesse sido glorificado, Ele era o Divino Vero que provém do Divino Bem, enquanto depois que Ele foi glorificado, Ele foi o Divino Bem mesmo, quanto a uma e outra Essência, de Quem provém tudo, o Divino Bem e o Divino Vero.
[12] QUE ELE TENHA SIDO DE TODA ETERNIDADE, é o que se pode ver no fato que é o Senhor que falou pelos Profetas, e que Ele mesmo, tanto daí, quanto a partir disto, que o Divino Vero provinha d’Ele, foi chamado ‘Palavra’, a respeito disso se fala em João:
“No princípio era a Palavra, e a Palavra estava em Deus, e Deus era a Palavra; esta estava no princípio em Deus; todas as coisas foram feitas por Ela, e sem Ela nada do que foi feito se fez: Nela estava a vida, e a vida era a luz dos homens. E a Palavra se fez carne, e habitou em nós, e vimos a Sua glória, glória como do Unigênito do Pai” (1: 1, 2, 3, 4, 14);
a ‘Palavra’ é todo vero que procede do Divino nos céus e nas terras.
[13] Que [o Senhor] existe de toda a eternidade, ensina-se claramente em João:
“João disse: Este era O que vem após mim, foi antes de mim, porque foi anterior a mim; no meio de vós está Quem vós não conhecestes, Ele é o que vem após mim, Que foi antes de mim” (1:15, 27, 30).
No mesmo:
“[Que seria, pois,] se vísseis subir o Filho do homem para onde anteriormente estava?” (João, 6:62).
No mesmo:
“Jesus disse: Amém, amém, vos digo: Antes que Abrahão fosse, Eu sou” (João, 8:58).
No mesmo:
“Sabia que de Deus tinha saído e para Deus iria” (João, 13:3).
No mesmo:
“O Pai mesmo vos ama, visto como vós Me amastes, e crestes que Eu saí de Deus. Saí do Pai e vim ao mundo; outra vez, deixo o mundo e vou para o Pai” (João, 16:27, 28).
No mesmo:
“Eu Te glorifiquei sobre a terra, tendo concluído a obra que Me deste para fazer. E agora glorifica-me Tu, ó Pai, em Ti mesmo, com aquela glória que tinha em Ti antes que o mundo existisse. Para que vejam a Minha glória que Me deste; porque Tu Me amaste antes da fundação do mundo” (João, 17:5, 24).
Em Isaías:
“Um Menino nos nasceu, um Filho se nos deu, e o principado está sobre os Seus ombros, e se chamará o Seu Nome, Maravilhoso, Conselheiro, Deus, Herói, Pai da eternidade, Príncipe da Paz” (9:6).
[14] QUE O SENHOR GOVERNE O UNIVERSO, vê-se em Mateus:
“Todas as coisas Me foram entregues por Meu Pai” (11:27).
No mesmo:
“Jesus disse aos discípulos: Deu-se-Me todo poder no céu e na terra” (Mt. 28:18).
Em João:
“O Pai... entregou todas as coisas nas mãos do Filho. Aquele que crê no Filho tem a vida eterna; [mas aquele que não crê no Filho não verá a vida, mas a ira de permanece Deus sobre ele]” (3:35, 36).
No mesmo:
“O Pai a ninguém julga, mas deu todo o juízo ao Filho” (João, 5:22).
No mesmo:
“Jesus sabia que o Pai depositara todas as coisas na mão d’Ele” (João, 13:3).
No mesmo:
“Todas as coisas que o Pai tem são Minhas” (João, 16:15).
No mesmo:
“Jesus disse: Glorifica o Teu Filho, para que também o Teu Filho glorifique a Ti, como deste a Ele poder sobre toda a carne” (João, 17:1, 2).
No mesmo:
“E todas as Minhas coisas são Tuas, e as Tuas, Minhas; mas neles Sou glorificado. ...não estou mais no mundo, ...pois, Eu venho para ti...” (João, 17:10, 11).
Em Lucas:
“Todas as coisas Me foram dadas por Meu Pai” (Lc. 10:22).
[15] A partir disso, agora se vê que é o Divino Bem que é chamado o ‘Pai’, e o Divino Vero que é chamado o ‘Filho’; e que do Divino Bem, por meio do Divino Vero, o Senhor governa todas e cada uma das coisas no universo. Como isso é assim, e porque isso é tão manifesto pela Palavra, causa espanto que no mundo cristão não se reconheça e adore, como no céu, o Senhor só, e, por conseguinte, um só Deus, uma vez que se sabe e se ensina que todo o Trino está no Senhor. Que o Espírito Santo, que é também adorado como um Deus distinto do Filho e do Pai, seja o santo do espírito, ou o santo que procede do Senhor por meio dos espíritos ou dos anjos, isto é, procede do Divino Bem do Senhor por meio do Divino Vero, é o que, pela Divina Misericórdia do Senhor, será manifesto em outro lugar.

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