Texto Completo
. Da luz do céu em que está o homem espiritual. Que haja uma grande luz nos céus (n. 1117, 1521, 1533 e 1619-1632). Que a luz nos céus exceda em muitos graus a luz do meio-dia na terra (n. 1117, 1521, 4527 e 5400, 8644). Que essa luz tenha sido vista por mim muitas vezes (n. 1522, 4527 e 7174). Que a luz dos anjos no céu íntimo ou terceiro seja como a luz do sol, enquanto a luz dos anjos no segundo céu seja como a luz da lua (n. 1529 e 1530). Que a luz no céu íntimo seja flamejante, mas branca no segundo céu (n. 9570).
Que toda luz nos céus seja oriunda do Senhor como o Sol ali (n. 1053, 1521, 3195, 3341, 3636, 3643, 4415, 9548, 9684 e 10809). Que o Senhor seja o Sol do céu angélico, e que este seja o Seu Divino Amor (n. 1521, 1529, 1530, 1531, 1837, 4321, 4696, 7078, 7083 e 7173). Que o Divino Vero procedente do Senhor nos céus apareça como luz, e apresente à vista toda a luz do céu; e que essa luz seja a luz espiritual (n. 3195, 3322, 5400, 8644, 9399, 9548 e 9684). Que por isso o Senhor seja chamado Luz, na Palavra (n. 3195). Como essa luz é o Divino Vero, há nessa luz a Divina Sabedoria e Inteligência (n. 3195, 3485, 3636, 3643, 3993, 4302, 4413, 4415, 9548 e 9684). De que maneira a luz vinda do Senhor influi dos céus; ilustrado por círculos radiosos em volta do sol (n. 9407). Que o Senhor seja o Sol dos céus e que d’Ele venha toda luz ali vê-se na obra O Céu e o Inferno (n. 116-125); e que a luz desse Sol seja o Divino Vero, e o calor desse Sol seja o Divino Bem do Divino Amor (n. 126-140).
Que a luz do céu ilumine a visão e o entendimento dos anjos e dos espíritos (n. 2776 e 3138). Que a luz ali seja segundo a inteligência e a sabedoria deles (n. 1524 e 3339). Testificado pela Palavra (n. 1529 e 1530). Que haja tantas diferenças de luz nos céus quantas são as sociedades angélicas (n. 4414); visto que nos céus há perpétuas variedades quanto ao bem e ao vero, assim, quanto à sabedoria e à inteligência (n. 684, 690, 3241, 3744, 3745, 5598, 7236, 7833 e 7836). Que o fato de o céu estar na luz e no calor signifique que está na sabedoria e no amor (n. 3643, 9399 e 9400). Que a luz do céu ilumine o entendimento do homem (n. 1524, 3138, 3167, 4408, 6608, 8707, 9128, 9399 e 10569). Que o homem, quando é elevado do sensual, venha a um lume mais doce e, finalmente, à luz celeste (n. 6313, 6315 e 9407). Que haja elevação à luz do céu quando o homem está na inteligência (n. 3190). Quanta luz foi percebida quando fui tirado das ideias mundanas (n. 1526 e 6608). Que a visão do homem interno esteja na luz do céu, e que por isso o homem possa pensar analítica e racionalmente (n. 1532). Que a luz do céu oriunda do Senhor esteja sempre presente no homem, mas que influa na proporção que o homem está nos veros do bem (n. 4060, e 4214). Que essa luz seja segundo o vero do bem (n. 3094). Que os veros brilhem no mundo espiritual (n. 5219). Que o calor espiritual e a luz espiritual façam a verdadeira vida do homem (n. 6032).
Que a luz do mundo seja para o homem externo e a luz do céu para o interno (n. 3223, 3324 e 3337). Que a luz do céu influa no lume natural e que o homem natural seja sábio tanto quanto recebe essa luz (n. 4302 e 4408). Que entre essas luzes haja uma correspondência (n. 3225). Que pela luz do mundo no homem, a qual se chama seu lume natural, não possam ser vistas as coisas que estão na luz do céu, mas vice-versa (n. 9577). Daí é que aqueles que estão somente na luz do mundo, a qual se chama lume natural, não percebem as coisas que são da luz do céu (n. 3108). Que a luz do céu seja escuridão para aqueles que estão nos falsos do mal (n. 1783, 3337, 3413, 4060, 6907 e 8197). Que a luz do mundo brilhe com fulgor nos maus, e que, na proporção que assim brilhe, as coisas que são da luz do céu seja trevas para eles (n. 6907). Que a luz do mundo não apareça para os anjos (n. 1521, 1783 e 1880).
Que toda luz nos céus seja oriunda do Senhor, e toda sombra venha da ignorância e do proprium dos anjos e dos espíritos; daí vêm as modificações e variações de luz e de sombra, que são as cores ali (n. 3341). Das variações da luz pelo Urim e Thumim (n. 3862).
Que a luz dos que estão na fé separada da caridade seja nívea, e que seja como a luz invernal (n. 3412 e 3413). Que essa luz se converta em meras trevas, ao influir a luz do céu (n. 3412). Da luz dos que estão na fé persuasiva e na vida do mal (n. 4416). Como aparece a luz naqueles que estão na inteligência proveniente do proprium, e como aparece naqueles que estão na inteligência proveniente do Senhor (n. 4419).
Que haja um lume nos infernos, mas fátuo (n. 1528, 3340, 4214, 4418 e 4531). Que o lume ali seja como o lume de brasas (n. 1528, 4418 e 4531). Que aqueles que estão nos infernos apareçam a si mesmos como homens, mas, na luz do céu, como diabos e monstros (n. 4532, 4533, 4674, 5057, 5058, 6605 e 6626). Que todas as coisas apareçam na luz do céu tais como são (n. 4674). Que se diga que os infernos estão na escuridão e nas trevas porque estão nos falsos do mal (n. 3340, 4418 e 4531). Que as ‘trevas’ signifiquem os falsos, e a ‘escuridão’ o falso do mal (n. 1839, 1860, 7688 e 7711).