Texto Completo
. Da memória natural, que pertence ao homem externo, e da memória espiritual, que pertence ao interno. Que o homem tenha duas memórias, a exterior e a interior, ou, a natural e a espiritual (n. 2469-2494). Que o homem não saiba que tem uma memória interior (n. 2470 e 2471). O quanto a memória interior excede a memória exterior (n. 2473). Que as coisas que há na memória exterior estejam na luz natural, mas as que há na memória interior estejam na luz espiritual (n. 5212). Que seja pela memória interior que o homem pode pensar e falar intelectual e racionalmente (n. 9394). Que todas e cada uma das coisas que o homem pensou, falou e fez, e as que ele ouviu e viu, tenham sido inscritas na memória interior (n. 2474 e 7398). Que essa memória seja o livro da vida do homem (n. 2474, 9386, 9841 e 10505). Que na memória interior estejam os veros que se tornaram da fé e os bens que se tornaram do amor (n. 5212 e 8067). Que as coisas que passaram ao hábito e se tornaram da vida estejam na memória interior (n. 9394, 9723 e 9841). Que os conhecimentos e as cognições sejam da memória exterior (n. 5212 e 9922). Que elas sejam sombrias e emaranhadas, relativamente às coisas que são da memória interior (n. 2831). Que o homem no mundo fale as línguas pela memória exterior (n. 2472 e 2476). Que os espíritos e os anjos falem pela memória interior, e que daí tenham uma língua universal, que é tal que todos, em qualquer terra que estejam, podem falar entre si (n. 2472, 2476, 2490, 2493); a respeito dessa língua vide a obra O Céu e o Inferno, n. 234-245; e das coisas admiráveis a respeito da memória interior, que permanece no homem após a morte, vide a mesma obra, n. 463).