NJDC 260

Obra: A Nova Jerusalém e Sua Doutrina Celeste

Autor: Emanuel Swedenborg

Texto Completo

. Que no sentido interno ou espiritual haja inumeráveis arcanos. Que a Palavra no sentido interno contenha arcanos inumeráveis, que excedem a compreensão a humana (n. 3085 e 3086). Que sejam também inexplicáveis (n. 1965). Os quais se representam somente aos anjos e são por eles compreendidos (n. 167). Que o sentido interno contenha arcanos do céu que concernem ao Senhor e ao Seu reino nos céus e nas terras (n. 1-4 e 937). Que esses arcanos não apareçam no sentido da letra (n. 937, 1502 e 2161). Que várias coisas que nos Profetas parecem desconexas sejam, no sentido interno, coerentes numa bela série contínua (n. 7153 e 9022). Que nem um único vocábulo, nem mesmo um único iota, possa ser excluído no sentido da letra da Palavra sem uma interrupção no sentido interno; e que, por isso, pela Divina Providência a Palavra do Senhor, ela tenha sido conservada tão íntegra quanto a todo vocábulo e todo acento (n. 7933). Que haja coisas inumeráveis em cada coisa da Palavra (n. 6617, 6620 e 8920). E em cada vocábulo (n. 1869). Que haja coisas inumeráveis na Oração Dominical, em cada uma de suas coisas (n. 6619). E nos preceitos do Decálogo, em cujo sentido interno, todavia, há coisas tais que foram do conhecimento de cada nação, sem revelação (n. 8867 e 8900).
Que principalmente na Palavra profética haja duas expressões como se fosse da mesma coisa, mas que uma se referia ao bem e a outra ao vero, assim, ao espiritual e ao celeste (n. 683, 707, 2516 e 8339). Que na Palavra os veros e os bens sejam conjuntos admiravelmente, e que essa conjunção apareça somente àquele que conhece o sentido interno (n. 10554). E, assim, que na Palavra e em cada uma de suas cois8717 e 10774as haja um casamento Divino e um casamento celeste (n. 683, 793, 801, 2173, 2516, 2712, 5138 e 7022). Do casamento Divino, que é o casamento do Divino Bem e do Divino Vero, assim, do Senhor, em Quem somente há esse casamento (n. 3004, 3005, 3009, 5138, 5194, 5502, 6343, 7945, 8339, 9263 e 9314). Que por ‘Jesus’ seja significado o Divino Bem, e por ‘Cristo’ o Divino Vero, e por um e outro o casamento Divino no céu, que é o casamento do Divino Bem e do Divino Vero (n. 3004, 3005 e 3009). Que esse casamento esteja em cada coisa da Palavra em seu sentido interno, assim, o Senhor quanto ao Divino Bem e ao Divino Vero (n. 5502). Que seja o casamento do bem e do vero proveniente do Senhor no céu e na igreja que se chama casamento celeste (n. 2508, 2618, 2803, 3004, 3211, 3952 e 6179). Assim, que a este respeito a Palavra seja uma espécie de céu (n. 2173 e 10126). Que o céu seja assemelhado na Palavra a um casamento, pelo casamento do bem e do vero aí (n. 2758, 3132, 4434 e 4835).
Que o sentido interno seja a doutrina mesma da igreja (n. 9025, 9430 e 10400). Que aqueles que entendem a Palavra segundo o sentido interno conheçam a verdadeira doutrina mesma da igreja, porque o sentido interno a contém (n. 9025, 9430 e 10400). Que o interno da Palavra seja também o interno da igreja, como também o interno do culto (n. 10460). Que a Palavra seja a doutrina do amor ao Senhor e da caridade para com o próximo (n. 3419 e 3420). Que a Palavra na letra seja como a nuvem e, no sentido interno, a glória (prefácio do Gênesis, cap. 18, n. 5922 e 6343, onde se explica que “o Senhor virá nas nuvens do céu com glória”). Que as ‘nuvens’ na Palavra signifiquem também a Palavra no sentido da letra, e a ‘glória’ a Palavra no sentido interno (prefácio do Cap. 18 de Gênesis, n. 4060, 4391, 5922, 6343, 6752, 8106, 8781, 9430, 10551 e 10574). Que as coisas que estão no sentido da letra da Palavra em relação às que estão no sentido interno sejam como projeções rudes ao redor de um cilindro ótico polido, pelas quais, todavia, se apresenta no cilindro uma bela imagem de homem (n. 1871). Aqueles que querem e reconhecem somente o sentido da letra da Palavra são representados na outra vida por uma velha disforme, enquanto os que reconhecem ao mesmo o sentido interno, por uma virgem decentemente vestida (n. 1774). Que a Palavra em todo o complexo seja uma imagem do céu, porque a Palavra é o Divino Vero, e o Divino Vero faz o céu; e visto que o céu se refere a um homem, a Palavra é, a este respeito, como a imagem de um homem (n. 1871).
(Que o céu em conjunto se refira a um homem vê-se na obra O Céu e o Inferno, n. 59-67; e que o Divino Vero procedente do Senhor faça o céu, n. 126-140 e 200-212). Que a Palavra se apresente formosa e suavemente diante dos anjos (n. 1767 e 1768). Que o sentido da letra seja, por assim dizer, um corpo, e o sentido interno a alma desse corpo (n. 8943). Que, daí, a Palavra tenha vida pelo sentido interno (n. 1405 e 4857). Que a Palavra seja pura no sentido interno, e que assim não apareça no sentido da letra (n. 2362 e 2395). Que as coisas que há no sentido da letra da Palavra sejam santas pelos internos (n. 10126 e 10728).
Que nas partes históricas da Palavra também haja um sentido interno, mas interiormente nelas (n. 4989).
Assim, que as partes históricas da Palavra contenham arcanos do céu, igualmente às partes proféticas (n. 755, 1659, 1709, 2310 e 2333). Que os anjos não a percebam historicamente, mas espiritualmente (n. 6884). Que os arcanos interiores, como estão nas partes históricas, sejam menos evidentes ao homem do que nas partes proféticas; a causa disso (n. 2176 e 6597).
Além disso, a qualidade do sentido interno da Palavra (mostrado, n. 1756, 1984, 2004, 2663, 3035, 7089, 10604 e 10614). Ilustrado por comparações (n. 1873).

📥 Download