DLOV

Do Divino Amor
Emanuel Swedenborg
Tratado sobre a Natureza e Origem do Divino Amor

Índice Completo da Obra

  1. &1 — I. Que no mundo pouco se compreenda o que é o amor, quando, todavia, é a vida mesma do homem.
  2. &2 — II. Que somente o Senhor seja o amor mesmo, porque é a vida mesma, e que o homem e o anjo sejam apenas recipientes.
  3. &3 — III. Que a vida, que é o Divino Amor, esteja numa forma.
  4. &4 — IV. Que essa forma seja a forma do uso em todo o complexo.
  5. &5 — V. Que em tal forma esteja o homem em particular.
  6. &6 — VI. Que em tal forma esteja o homem em geral.
  7. &7 — VII. Que o céu esteja em tal forma.
  8. &8 — VIII. Que todas as coisas do mundo também visem a mesma forma.
  9. &9 — IX. Que haja tantas afeições quantos são os usos.
  10. &10 — X. Que haja gêneros e espécies de afeições, e diferenças de espécies ao infinito.
  11. &11 — XI. Que haja graus de afeições e de usos.
  12. &12 — XII. Que cada uso derive sua vida do geral, e que dele influam as coisas necessárias, úteis e prazerosas da vida.
  13. &13 — XIII. Que quanto mais o homem esteja no amor do uso, mais esteja no Senhor, mais O ame e ame o próximo, e seja um homem.
  14. &14 — XIV. Que não sejam homens nem estejam no Senhor aqueles que se amam sobre todas as coisas e ao mundo como a si mesmos.
  15. &15 — XV. Que o homem não tenha uma mente sã a menos que o uso seja sua afeição ou ocupação.
  16. &16 — XVI. Que todo homem seja afeição, e que haja afeições tão variadas quantos são os homens nascidos e quantos nascerão pela eternidade.
  17. &17 — XVII. Que o homem tenha a vida eterna segundo a sua afeição do uso.
  18. &18 — XVIII. Que a vontade do homem seja a sua afeição.
  19. &19 — XIX. Que amar, na Palavra, seja prestar usos.
  20. &20 — XX. Que o amor produza o calor.
  21. &21 — XXI. Que o Divino Amor, que é a vida mesma, produza por meio do calor as formas espirituais animais.