Índice Completo da Obra
- &1 — I. Que no mundo pouco se compreenda o que é o amor, quando, todavia, é a vida mesma do homem.
- &2 — II. Que somente o Senhor seja o amor mesmo, porque é a vida mesma, e que o homem e o anjo sejam apenas recipientes.
- &3 — III. Que a vida, que é o Divino Amor, esteja numa forma.
- &4 — IV. Que essa forma seja a forma do uso em todo o complexo.
- &5 — V. Que em tal forma esteja o homem em particular.
- &6 — VI. Que em tal forma esteja o homem em geral.
- &7 — VII. Que o céu esteja em tal forma.
- &8 — VIII. Que todas as coisas do mundo também visem a mesma forma.
- &9 — IX. Que haja tantas afeições quantos são os usos.
- &10 — X. Que haja gêneros e espécies de afeições, e diferenças de espécies ao infinito.
- &11 — XI. Que haja graus de afeições e de usos.
- &12 — XII. Que cada uso derive sua vida do geral, e que dele influam as coisas necessárias, úteis e prazerosas da vida.
- &13 — XIII. Que quanto mais o homem esteja no amor do uso, mais esteja no Senhor, mais O ame e ame o próximo, e seja um homem.
- &14 — XIV. Que não sejam homens nem estejam no Senhor aqueles que se amam sobre todas as coisas e ao mundo como a si mesmos.
- &15 — XV. Que o homem não tenha uma mente sã a menos que o uso seja sua afeição ou ocupação.
- &16 — XVI. Que todo homem seja afeição, e que haja afeições tão variadas quantos são os homens nascidos e quantos nascerão pela eternidade.
- &17 — XVII. Que o homem tenha a vida eterna segundo a sua afeição do uso.
- &18 — XVIII. Que a vontade do homem seja a sua afeição.
- &19 — XIX. Que amar, na Palavra, seja prestar usos.
- &20 — XX. Que o amor produza o calor.
- &21 — XXI. Que o Divino Amor, que é a vida mesma, produza por meio do calor as formas espirituais animais.
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Publicação em português sob responsabilidade legal dos editores das Doutrinas Celestes para a Nova Jerusalém.
Texto disponibilizado para estudo, pesquisa e propagação das verdades espirituais.
Advento do SENHOR