CL

O Amor Conjugal
Emanuel Swedenborg
As Delicias da Sabedoria sobre o Amor Conjugal e as Volupias da Loucura sobre o Amor Escortatório

Índice Completo da Obra

  1. &1 — PRELIMINARES SOBRE AS ALEGRIAS DO CEU E SOBRE AS NUPCIAS NO CEU
  2. &27 — DOS CASAMENTOS NO CEU
  3. &28 — 1. O Homem vive Homem depois da morte
  4. &32 — II. Então o Masculino é Masculino, e o Feminino é Feminino
  5. &34 — III. O Amor de cada um permanece depois da morte
  6. &37 — IV. E principalmente o Amor do sexo
  7. &39 — V. Estas cousas plenamente confirmadas por demonstração ocular
  8. &40 — VI. Por conseqüência há Casamentos no Céu
  9. &41 — VII. As nupcias Espirituais são entendidas por estas palavras do Senhor
  10. &42 — Dos Memoráveis do Mundo Espiritual: Primeiro Memorável
  11. &44 — Segundo Memorável
  12. &45 — DO ESTADO DOS ESPOSOS DEPOIS DA MORTE
  13. &46 — I. O Amor do sexo permanece em cada homem depois da morte
  14. &47 — III. Os dois esposos ordináriamente depois da morte se encontram
  15. &48 — II. O Amor conjugal permanece no homem tal como no Mundo era interiormente
  16. &49 — V. Se podem viver juntos, permanecem esposos
  17. &50 — VI. Então é dada ao homem uma Esposa conveniente
  18. &51 — VII. Os Esposos gozam entre si de comunicações semelhantes
  19. &53 — VIII. É isso o que acontece nos que vão para o Céu
  20. &55 — Ao que precede ajuntarei dois Memoráveis: Primeiro Memorável
  21. &56 — Segundo Memorável
  22. &57 — O AMOR VERDADEIRAMENTE CONJUGAL
  23. &58 — I. Há um Amor verdadeiramente conjugal
  24. &60 — II. A origem deste Amor vem do Casamento do Bem e do Vero
  25. &62 — III. Há correspondência deste Amor com o Casamento do Senhor
  26. &64 — IV. Este Amor é celeste, espiritual, santo, puro e limpo
  27. &65 — V. Ele é mesmo o Amor fundamental de todos os amores
  28. &68 — VI. Neste amor foram reunidas todas as alegrias
  29. &70 — VII. Mas a este amor não vêm e não podem estar señao os que se dirigem ao Senhor, e que amam os veros da Igreja e praticam os seus bens
  30. &73 — VIII. Este Amor foi o Amor dos amores entre os Antigos
  31. &74 — Seis Memoráveis do Mundo espiritual sobre o Amor Conjugal
  32. &75 — Primeiro Memorável
  33. &76 — Segundo Memorável
  34. &77 — Terceiro Memorável
  35. &78 — Quarto Memorável
  36. &79 — Quinto Memorável
  37. &80 — Sexto Memorável
  38. &83 — DA ORIGEM DO AMOR CONJUGAL PELO CASAMENTO DO BEM E DA VERDADE
  39. &84 — I. O Bem e o Vero são os universais da criação
  40. &87 — II. Não há Bem solitário, nem Vero solitário
  41. &88 — III. Há o Vero do bem e, por ele, o Bem do vero
  42. &90 — IV. Nos seres do Reino Animal o Vero do bem é o Masculino
  43. &92 — V. Do influxo do Casamento do bem e do vero vem o Amor
  44. &94 — VI. O Amor do sexo pertence ao homem externo ou natural
  45. &95 — VII. Mas o Amor Conjugal pertence ao homem Interno
  46. &97 — VIII. No homem o Amor conjugal está no Amor do uso
  47. &98 — IX. O Amor do sexo no homem não é a origem do Amor conjugal
  48. &99 — X. Quando o Amor conjugal foi implantado
  49. &100 — XI. O Macho e a Fêmea foram criados para ser a Forma
  50. &101 — XII. Os dois Esposos são: esta forma nos seus íntimos
  51. &103 — Ao que precede acrescentarei dois Memoráveis
  52. &115 — Segundo Memorável
  53. &116 — DO CASAMENTO DO SENHOR E DA IGREJA E DE SUA CORRESPONDENCIA
  54. &117 — I. O Senhor na Palavra é chamado Noivo e Marido
  55. &118 — II. Além disso o Senhor também é chamado Pai
  56. &120 — III. As descendências do Senhor como Marido e Pai
  57. &121 — IV. As descendências espirituais que nascem do Casamento
  58. &122 — V. Do Casamento do bem e do vero, que procede do Senhor
  59. &125 — VI. O Marido não representa o Senhor
  60. &126 — VII. Por isso não há correspondência do marido
  61. &127 — VIII. Mas há correspondência com o Amor conjugal
  62. &128 — IX. A Palavra é o Médium de conjunção
  63. &129 — X. A Igreja vem do Senhor
  64. &130 — XI. O Amor Conjugal é segundo o estado da Igreja
  65. &132 — Ao que precede acrescentarei estes dois Memoráveis
  66. &137 — Segundo Memorável
  67. &138 — DO CASTO E DO NAO-CASTO
  68. &139 — I. O Casto e o não-Casto se diz unicamente dos Casamentos
  69. &141 — II. O Casto se diz unicamente dos Casamentos monogâmicos
  70. &142 — III. Só o Conjugal Cristão é casto
  71. &143 — IV. O Amor verdadeiramente conjugal é a Castidade mesma
  72. &144 — V. Todas as delícias do Amor verdadeiramente conjugal
  73. &145 — VI. Naqueles que, pelo Senhor, se tornam espirituais
  74. &147 — VII. A Castidade do casamento existe por uma renuncia
  75. &150 — VIII. A Castidade não pode se dizer das criancinhas
  76. &151 — IX. A Castidade não pode se dizer daqueles que nasceram
  77. &152 — X. A Castidade não pode se dizer daqueles que não acreditam
  78. &153 — XI. A Castidade não se pode dizer daqueles que não se abstêm
  79. &154 — XII. A Castidade não pode se dizer daqueles que acreditam
  80. &155 — XIII. A Castidade não pode se dizer daqueles que renunciaram
  81. &156 — DA CONJUNCAO DAS ALMAS E DAS MENTES PELO CASAMENTO
  82. &157 — I. Foi gravado por criação em um e outro Sexo
  83. &158 — II. O Amor conjugal conjunta as duas almas
  84. &159 — III. A vontade da Esposa se conjunta com o entendimento
  85. &160 — IV. A inclinação a unir a si o Esposo é constante
  86. &161 — V. A conjunção é inspirada ao Esposo pela Esposa
  87. &162 — VI. Esta conjunção se faz progressivamente
  88. &163 — VII. A conjunção da Esposa com a Sabedoria racional
  89. &166 — VIII. Por esta conjunção como fim foi dada à Esposa
  90. &167 — IX. As esposas encerram em si esta percepção
  91. &168 — X. Esta percepção é a sabedoria da esposa
  92. &169 — XI. A esposa pelo amor, pensa continuamente
  93. &170 — XII. A Esposa se conjunta ao Esposo por aplicações
  94. &171 — XIII. A Esposa é conjunta a seu Esposo pela Esfera
  95. &172 — XIV. A Esposa é conjunta ao Marido pela apropriação
  96. &173 — XV. Assim a esposa, recebe em si a imagem
  97. &174 — XVI. Há Deveres próprios do Esposo e da Esposa
  98. &176 — XVII. Estes Deveres conforme o auxílio mútuo
  99. &177 — XVIII. Os dois Esposos se tornam cada vez mais um
  100. &178 — XIX. Os que estão no Amor verdadeiramente conjugal
  101. &179 — XX. O Amor verdadeiramente conjugal considerado em si
  102. &180 — XXI. Os estados deste amor são à inocência
  103. &181 — XXII. Estas cousas não podem existir sendo no Casamento
  104. &182 — Ao que precede serão acrescentados dois Memoráveis
  105. &183 — Segundo Memorável
  106. &184 — DA MUDANCA DE ESTADO DA VIDA NOS HOMENS E NAS MULHERES
  107. &185 — I. O Estado da vida do homem desde a infância
  108. &186 — II. Igualmente a Forma interna do homem
  109. &187 — III. Estas mudanças são umas nos Homens e outras
  110. &188 — IV. Nos Homens há elevação da mente em uma luz
  111. &190 — V. Os Estados da vida são uns para os homens
  112. &191 — VI. Os Estados da vida após o casamento nos esposos
  113. &192 — VII. Os Casamentos também introduzem outras formas
  114. &193 — VIII. A Mulher é na realidade formada Esposa
  115. &194 — IX. Esta Formação se faz da parte da Esposa
  116. &195 — X. Esta Formação da parte da Esposa se faz pela
  117. &196 — XI. O fim disso é que à vontade de um e a do outro
  118. &197 — XII. Esta formação da parte da Esposa se faz pela
  119. &198 — XIII. Esta formação da parte da Esposa se faz pela
  120. &199 — XIV. Assim uma virgem é transformada em esposa
  121. &200 — XV. No Casamento de um homem com uma esposa
  122. &201 — XVI. Do mesmo modo também sucessivamente suas formas
  123. &202 — XVII. As Crianças nascidas de dois esposos
  124. &206 — XVIII. Isso acontece assim, porque a alma da criança
  125. &207 — Ao que precede ajuntarei dois Memoráveis
  126. &208 — Segundo Memorável
  127. &209 — UNIVERSAIS CONCERNENTES AOS CASAMENTOS
  128. &210 — I. O sentido próprio do amor conjugal é o sentido
  129. &211 — II. Naqueles que estão no amor verdadeiramente conjugal
  130. &213 — III. Nos que estão no Amor verdadeiramente conjugal
  131. &214 — IV. Aqueles que estão no Amor verdadeiramente conjugal
  132. &215 — V. Os que estão no Amor verdadeiramente conjugal
  133. &216 — VI. Os que estão no Amor verdadeiramente conjugal
  134. &217 — VII. O Amor Conjugal reside nas Esposas castas
  135. &218 — VIII. As Esposas amam os laços do casamento
  136. &219 — IX. A Inteligência das mulheres é em si mesma
  137. &220 — X. As Esposas não estão como os homens
  138. &221 — XI. Há abundância nos homens segundo o amor
  139. &222 — XII. As determinações estão no bel-prazer
  140. &223 — XIII. Há uma esfera conjugal que influi do Senhor
  141. &224 — XIV. Esta Esfera é recebida pelo Sexo feminino
  142. &225 — XV. Onde existe o amor verdadeiramente conjugal
  143. &226 — XVI. Onde não existe o Amor conjugal
  144. &227 — XVII. O Amor conjugal pode existir em um dos esposos
  145. &228 — XVIII. Há diversas semelhanças e diversas
  146. &229 — XIX. As diversas semelhanças podem ser conjuntas
  147. &230 — XX. O Senhor provê semelhanças para os que desejam
  148. &231 — XXI. O homem segundo a falta de amor conjugal
  149. &232 — Ao que precede serão acrescentados Três Memoráveis
  150. &233 — Segundo Memorável
  151. &234 — Terceiro Memorável
  152. &235 — DAS CAUSAS DAS FRIEZAS, DAS SEPARACOES E DOS DIVORCIOS
  153. &236 — I. Há um Calor espiritual, e há uma Frieza
  154. &237 — II. A Frieza espiritual nos Casamentos é a desunião
  155. &238 — III. As Causas das friezas em suas sucessões
  156. &239 — IV. As Causas internas de friezas vêm da Religião
  157. &240 — V. A primeira das causas internas de friezas
  158. &241 — VI. A Segunda das causas internas de friezas
  159. &242 — VII. A Terceira das coisas internas de frieza
  160. &243 — VIII. A Quarta das causas internas é a falsidade
  161. &244 — IX. As Causas expostas acima são causas de frieza
  162. &246 — X. Há também várias causas externas de frieza
  163. &247 — XI. A Segunda das causas externas de frieza
  164. &248 — XII. A Terceira das causas externas é a rivalidade
  165. &249 — XIII. A Quarta das causas externas da frieza
  166. &250 — XIV. A Quinta das causas externas é a desigualdade
  167. &251 — XV. Há também certas Causas de Separação
  168. &252 — XVI. A Primeira causa de legítima Separação
  169. &253 — XVII. A Segunda causa legítima de Separação
  170. &254 — XVIII. A Terceira causa de legítima Separação
  171. &255 — XIX. O Adultério é a causa do Divórcio
  172. &256 — XX. Há também várias causas acidentais de frieza
  173. &257 — XXI. A Segunda das causas acidentais de frieza
  174. &258 — XXII. A Terceira das causas acidentais de frieza
  175. &259 — XXIII. A Quarta das causas acidentais de frieza
  176. &260 — XXIV. Conforme a frieza está na mente
  177. &261 — Ao que precede ajuntarei Três Memoráveis
  178. &267 — Segundo Memorável
  179. &270 — Terceiro Memorável
  180. &271 — DAS CAUSAS DE AMOR APARENTE, DE AMIZADE APARENTE
  181. &272 — I. No Mundo natural quase todos podem ser conjuntos
  182. &273 — II. No Mundo espiritual todos são conjuntos
  183. &274 — III. As afeições, segundo as quais os Casamentos
  184. &275 — IV. Mas se nelas não há afeições internas
  185. &276 — V. Entretanto os laços do Casamento no Mundo
  186. &277 — VI. Nós Casamentos em que as afeições internas
  187. &278 — VII. Daí o amor aparente, a amizade aparente
  188. &279 — VIII. Estas Aparências são artifícios conjugais
  189. &280 — IX. Em um homem Espiritual conjunto a um Natural
  190. &281 — X. Estes artifícios conjugais nos homens naturais
  191. &282 — XI. São para os melhoramentos e para as
  192. &283 — XII. São para conservar a ordem nos negócios
  193. &284 — XIII. São para a harmonia no cuidado das
  194. &285 — XIV. São para a paz na casa
  195. &286 — XV. São para a reputação fora da casa
  196. &287 — XVI. São para diversos favores que se espera
  197. &288 — XVII. São para fazer desculpar os defeitos
  198. &289 — XVIII. São para as reconciliações
  199. &290 — XIX. Se na espôsa o favor não cessa
  200. &291 — XX. Há diversas espécies de amor aparente
  201. &292 — XXI. Há no Mundo casamentos infernais
  202. &293 — Ao que precede serão ajuntados dois Memoráveis
  203. &294 — Segundo Memorável
  204. &295 — DOS ESPONSAIS E DAS NUPCIAS
  205. &296 — I. A escolha pertence ao homem, e não à mulher
  206. &297 — II. É preciso que o homem procure e peça
  207. &298 — III. É preciso que a mulher consulte seus pais
  208. &300 — IV. Depois da declaração do consentimento
  209. &301 — V. O consentimento deve ser afirmado
  210. &302 — VI. Pelos esponsais um e outro são preparados
  211. &303 — VII. Pelos esponsais a mente de um é conjunta
  212. &304 — VIII. Isso se dá naqueles que pensam castamente
  213. &305 — IX. Durante o tempo do noivado não é permitido
  214. &306 — X. Quando o tempo do noivado está completo
  215. &307 — XI. Antes da celebração das núpcias
  216. &308 — XII. O casamento deve ser consagrado
  217. &309 — XIII. As Núpcias devem ser celebradas
  218. &310 — XIV. Depois das Núpcias, o casamento do espírito
  219. &311 — XV. Tal é a ordem do amor conjugal
  220. &312 — XVI. O amor conjugal precipitado sem ordem
  221. &313 — XVII. Os estados das mentes de um e de outro
  222. &314 — XVIII. Há uma ordem sucessiva e uma ordem
  223. &315 — Ao que precede ajuntarei três Memoráveis
  224. &316 — Segundo Memorável
  225. &317 — DOS CASAMENTOS REITERADOS
  226. &318 — I. Depois da morte de um dos esposos
  227. &319 — II. Depois da morte de um dos esposos
  228. &320 — III. Para aquele em quem não houve amor
  229. &321 — IV. Os que viveram entre si no amor
  230. &322 — V. Um é o estado do casamento de um mancebo
  231. &323 — VI. Um também é o estado do casamento
  232. &324 — VII. As variedades e as diversidades destes
  233. &325 — VIII. O estado de viúva é mais lastimável
  234. &326 — Ao que precede ajuntarei dois Memoráveis
  235. &330 — Segundo Memorável
  236. &332 — DA POLIGAMIA
  237. &333 — I. É só com uma única esposa que pode haver
  238. &335 — II. Assim, não é sendo com uma única esposa
  239. &336 — III. Todas estas coisas não podem existir
  240. &337 — IV. Por conseqüência o amor verdadeiramente
  241. &338 — V. Daí vem que não é permitido a um Cristão
  242. &339 — VI. Se um Cristão se casa com várias esposas
  243. &340 — VII. Foi permitido à Nação Israelita
  244. &341 — VIII. Hoje é permitido aos Maometanos
  245. &342 — IX. O Céu dos Maometanos está fora do Céu
  246. &345 — X. A Poligamia é uma lascívia
  247. &346 — XI. Nos Polígamos não pode haver nem castidade
  248. &347 — XII. O polígamo, enquanto permanece polígamo
  249. &348 — XIII. A Poligamia não é um pecado
  250. &349 — XIV. A Poligamia não é um pecado naqueles
  251. &351 — XV. Embora Polígamos, aquêles que reconhecem
  252. &352 — XVI. Mas nem uns nem outros podem ser
  253. &353 — Ao que precede ajuntarei dois Memoráveis
  254. &355 — Segundo Memorável
  255. &357 — DO CIUME
  256. &358 — I. O Zelo considerado em si mesmo
  257. &359 — II. O abrasamento ou a chama deste amor
  258. &362 — III. O Zelo do homem é tal qual é seu amor
  259. &363 — IV. O Zelo do amor bom e o Zelo do amor mau
  260. &365 — V. O Modo amor bom encerra em seus internos
  261. &367 — VI. O Zelo do Amor conjugal é chamado Ciúme
  262. &368 — VII. O Ciúme é como um fogo abrasador
  263. &369 — VIII. Há Ciúme espiritual nos monógamos
  264. &371 — IX. O Ciúme, nestes esposos que se amam
  265. &373 — X. O Ciúme nos esposos que não se amam
  266. &376 — XI. Em outros não há Ciúme algum
  267. &377 — XII. Há também Ciúme em relação às amantes
  268. &378 — XIII. Também há Ciúme nas bestas e nas aves
  269. &379 — XIV. O Ciúme nos homens e nos maridos
  270. &380 — Acrescentarei dois Memoráveis
  271. &381 — Segundo Memorável
  272. &385 — A CONJUNCAO DO AMOR CONJUGAL COM O AMOR DOS FILHOS
  273. &386 — I. Duas Esferas Universais procedem do Senhor
  274. &387 — II. Estas duas Esferas universais fazem um
  275. &388 — III. Estas duas Esferas influem universalmente
  276. &391 — IV. A Esfera do amor dos filhos é a esfera
  277. &392 — V. Esta Esfera afeta tanto os maus como os bons
  278. &393 — VI. Esta Esfera afeta principalmente o sexo
  279. &394 — VII. Esta Esfera é também a esfera da inocência
  280. &395 — VIII. A Esfera de inocência influi nas crianças
  281. &396 — IX. Influi também nas almas, dos pais
  282. &398 — X. No mesmo grau em que a inocência se retira
  283. &399 — XI. O estado racional de inocência e de paz
  284. &400 — XII. A Esfera do amor da procriação avança
  285. &402 — XIII. O Amor dos filhos desce e não sobe
  286. &403 — XIV. Um é o estado do amor nos esposos
  287. &404 — XV. O Amor conjugal é conjunto nos pais
  288. &405 — XVI. O Amor das criancinhas e das crianças
  289. &408 — XVII. Nos espirituais este amor vem do interior
  290. &409 — XVIII. É daí que este amor está nos esposos
  291. &410 — XIX. O amor dos filhos permanece depois da morte
  292. &411 — XX. As crianças são criadas por elas
  293. &413 — XXI. Lá, é provido pelo Senhor
  294. &415 — Ao que precede será acrescentado este Memorável
  295. &423 — AS VOLUPIAS DA LOUCURA SOBRE O AMOR ESCORTATÓRIO
  296. &424 — I. Não se sabe qual é o Amor escortatório
  297. &425 — II. O Amor escortatório é oposto ao Amor
  298. &426 — III. O Amor escortatório é oposto ao Amor
  299. &427 — IV. O Amor escortatório é oposto ao Amor
  300. &429 — V. Daí o Amor escortatório é oposto
  301. &430 — VI. A impureza do Inferno vem do Amor
  302. &431 — VII. Semelhantemente, na Igreja
  303. &432 — VIII. O Amor escortatório faz cada vez mais
  304. &434 — IX. Há uma Esfera de Amor escortatório
  305. &435 — X. A Esfera do Amor escortatório sobe do Inferno
  306. &436 — XI. Estas Esferas se encontram uma à outra
  307. &437 — XII. Entre estas duas Esferas há um equilíbrio
  308. &438 — XIII. O homem pode se voltar para a Esfera
  309. &439 — XIV. Uma e outra Esfera traz consigo prazeres
  310. &440 — XV. Os prazeres do amor escortatório começam
  311. &442 — XVI. Os prazeres do amor escortatório são
  312. &444 — Ao que precede será acrescentado este Memorável
  313. &445 — DA FORNICACAO
  314. &446 — I. A Fornicação pertence ao amor do sexo
  315. &447 — II. O Amor do sexo donde vem a fornicação
  316. &448 — III. A fornicação pertence ao homem natural
  317. &450 — IV. A fornicação é um desejo libidinoso
  318. &451 — V. Em alguns o amor do sexo não pode ser
  319. &452 — VI. É por isso que nas cidades populosas
  320. &453 — VII. O desejo libidinoso de fornicar é leve
  321. &454 — VIII. O desejo libidinoso de fornicar é grave
  322. &455 — IX. O desejo libidinoso de fornicar é mais grave
  323. &456 — X. A Esfera do desejo libidinoso de fornicar
  324. &457 — XI. É preciso velar com cuidado
  325. &459 — XII. Pois que o conjugal de um marido
  326. &460 — XIII. Naqueles que, por diversas causas
  327. &461 — XIV. O Pelicato é preferível
  328. &462 — Ao que precede ajuntarei este Memorável
  329. &463 — DA CONCUBINAGEM
  330. &464 — I. Há dois gêneros de Concubinagem
  331. &465 — II. A Concubinagem conjuntamente com a esposa
  332. &466 — III. É uma poligamia que foi condenada
  333. &467 — IV. É uma escortação pela qual o conjugal
  334. &468 — V. A Concubinagem separadamente da esposa
  335. &469 — VI. As causas legítimas desta Concubinagem
  336. &470 — VII. As causas justas desta Concubinagem
  337. &471 — VIII. As causas conscienciosas desta Concubinagem
  338. &472 — IX. As causas conscienciosas reais são
  339. &474 — X. As causas conscienciosas não reais são
  340. &475 — XI. Os que estão na Concubinagem
  341. &476 — XII. Enquanto dura esta Concubinagem
  342. &477 — Ao que precede ajuntarei este Memorável
  343. &478 — DOS ADULTERIOS DE SEUS GENEROS E DE SEUS GRAUS
  344. &479 — I. Há três gêneros de adultério
  345. &480 — II. O Adultério simples é o de um homem
  346. &482 — III. O Adultério duplo é o de um marido
  347. &484 — IV. O Adultério triplo é com os
  348. &485 — V. Há para os adultérios quatro graus
  349. &486 — VI. Os Adultérios do primeiro grau
  350. &487 — VII. Os Adultérios cometidos por eles
  351. &488 — VIII. Os Adultérios do segundo grau
  352. &489 — IX. Os Adultérios cometidos por eles
  353. &490 — X. Os Adultérios do terceiro grau
  354. &491 — XI. Os Adultérios cometidos por eles
  355. &492 — XII. Os Adultérios do quarto grau
  356. &493 — XIII. Os Adultérios cometidos por eles
  357. &494 — XIV. Os Adultérios do terceiro e do quarto
  358. &495 — XV. Os Adultérios por propósito determinado
  359. &497 — XVI. Chega a um ponto que por fim
  360. &498 — XVII. Entretanto gozam sempre da racionalidade
  361. &499 — XVIII. Mas eles se servem desta racionalidade
  362. &500 — Ao que precede ajuntarei este Memorável
  363. &501 — DO PRAZER LIBIDINOSO DA DEFLORACAO
  364. &502 — I. Do estado da Virgem ou da mulher intacta
  365. &503 — II. A Virgindade é a coroa da castidade
  366. &504 — III. A defloração sem intuito de casamento
  367. &505 — IV. A sorte dos que confirmaram em si
  368. &506 — DO DESEJO LIBIDINOSO DE VARIEDADES
  369. &507 — I. Pelo Desejo libidinoso de variedades
  370. &508 — II. Este Desejo libidinoso é um amor
  371. &509 — III. Este desejo libidinoso aniquila
  372. &510 — IV. A sorte daqueles que se abandonam
  373. &513 — O DESEJO LIBIDINOSO DE SEDUZIR INOCENTES
  374. &515 — DA CORRESPONDENCIA DAS ESCORTACOES
  375. &521 — Ao que precede ajuntarei este Memorável
  376. &523 — DA IMPUTACAO DE UM E OUTRO AMOR
  377. &524 — I. A cada um, depois da morte
  378. &525 — II. A transferência do bem de uma pessoa
  379. &526 — III. A imputação, se por ela é entendida
  380. &527 — IV. O mal e o bem é imputado
  381. &530 — V. Assim a cada um é imputado
  382. &531 — VI. Assim a cada um é imputado
  383. &532 — Ao que precede ajuntarei este Memorável
  384. &533 — FIM