Índice Completo da Obra
- &1 — PRELIMINARES SOBRE AS ALEGRIAS DO CEU E SOBRE AS NUPCIAS NO CEU
- &27 — DOS CASAMENTOS NO CEU
- &28 — 1. O Homem vive Homem depois da morte
- &32 — II. Então o Masculino é Masculino, e o Feminino é Feminino
- &34 — III. O Amor de cada um permanece depois da morte
- &37 — IV. E principalmente o Amor do sexo
- &39 — V. Estas cousas plenamente confirmadas por demonstração ocular
- &40 — VI. Por conseqüência há Casamentos no Céu
- &41 — VII. As nupcias Espirituais são entendidas por estas palavras do Senhor
- &42 — Dos Memoráveis do Mundo Espiritual: Primeiro Memorável
- &44 — Segundo Memorável
- &45 — DO ESTADO DOS ESPOSOS DEPOIS DA MORTE
- &46 — I. O Amor do sexo permanece em cada homem depois da morte
- &47 — III. Os dois esposos ordináriamente depois da morte se encontram
- &48 — II. O Amor conjugal permanece no homem tal como no Mundo era interiormente
- &49 — V. Se podem viver juntos, permanecem esposos
- &50 — VI. Então é dada ao homem uma Esposa conveniente
- &51 — VII. Os Esposos gozam entre si de comunicações semelhantes
- &53 — VIII. É isso o que acontece nos que vão para o Céu
- &55 — Ao que precede ajuntarei dois Memoráveis: Primeiro Memorável
- &56 — Segundo Memorável
- &57 — O AMOR VERDADEIRAMENTE CONJUGAL
- &58 — I. Há um Amor verdadeiramente conjugal
- &60 — II. A origem deste Amor vem do Casamento do Bem e do Vero
- &62 — III. Há correspondência deste Amor com o Casamento do Senhor
- &64 — IV. Este Amor é celeste, espiritual, santo, puro e limpo
- &65 — V. Ele é mesmo o Amor fundamental de todos os amores
- &68 — VI. Neste amor foram reunidas todas as alegrias
- &70 — VII. Mas a este amor não vêm e não podem estar señao os que se dirigem ao Senhor, e que amam os veros da Igreja e praticam os seus bens
- &73 — VIII. Este Amor foi o Amor dos amores entre os Antigos
- &74 — Seis Memoráveis do Mundo espiritual sobre o Amor Conjugal
- &75 — Primeiro Memorável
- &76 — Segundo Memorável
- &77 — Terceiro Memorável
- &78 — Quarto Memorável
- &79 — Quinto Memorável
- &80 — Sexto Memorável
- &83 — DA ORIGEM DO AMOR CONJUGAL PELO CASAMENTO DO BEM E DA VERDADE
- &84 — I. O Bem e o Vero são os universais da criação
- &87 — II. Não há Bem solitário, nem Vero solitário
- &88 — III. Há o Vero do bem e, por ele, o Bem do vero
- &90 — IV. Nos seres do Reino Animal o Vero do bem é o Masculino
- &92 — V. Do influxo do Casamento do bem e do vero vem o Amor
- &94 — VI. O Amor do sexo pertence ao homem externo ou natural
- &95 — VII. Mas o Amor Conjugal pertence ao homem Interno
- &97 — VIII. No homem o Amor conjugal está no Amor do uso
- &98 — IX. O Amor do sexo no homem não é a origem do Amor conjugal
- &99 — X. Quando o Amor conjugal foi implantado
- &100 — XI. O Macho e a Fêmea foram criados para ser a Forma
- &101 — XII. Os dois Esposos são: esta forma nos seus íntimos
- &103 — Ao que precede acrescentarei dois Memoráveis
- &115 — Segundo Memorável
- &116 — DO CASAMENTO DO SENHOR E DA IGREJA E DE SUA CORRESPONDENCIA
- &117 — I. O Senhor na Palavra é chamado Noivo e Marido
- &118 — II. Além disso o Senhor também é chamado Pai
- &120 — III. As descendências do Senhor como Marido e Pai
- &121 — IV. As descendências espirituais que nascem do Casamento
- &122 — V. Do Casamento do bem e do vero, que procede do Senhor
- &125 — VI. O Marido não representa o Senhor
- &126 — VII. Por isso não há correspondência do marido
- &127 — VIII. Mas há correspondência com o Amor conjugal
- &128 — IX. A Palavra é o Médium de conjunção
- &129 — X. A Igreja vem do Senhor
- &130 — XI. O Amor Conjugal é segundo o estado da Igreja
- &132 — Ao que precede acrescentarei estes dois Memoráveis
- &137 — Segundo Memorável
- &138 — DO CASTO E DO NAO-CASTO
- &139 — I. O Casto e o não-Casto se diz unicamente dos Casamentos
- &141 — II. O Casto se diz unicamente dos Casamentos monogâmicos
- &142 — III. Só o Conjugal Cristão é casto
- &143 — IV. O Amor verdadeiramente conjugal é a Castidade mesma
- &144 — V. Todas as delícias do Amor verdadeiramente conjugal
- &145 — VI. Naqueles que, pelo Senhor, se tornam espirituais
- &147 — VII. A Castidade do casamento existe por uma renuncia
- &150 — VIII. A Castidade não pode se dizer das criancinhas
- &151 — IX. A Castidade não pode se dizer daqueles que nasceram
- &152 — X. A Castidade não pode se dizer daqueles que não acreditam
- &153 — XI. A Castidade não se pode dizer daqueles que não se abstêm
- &154 — XII. A Castidade não pode se dizer daqueles que acreditam
- &155 — XIII. A Castidade não pode se dizer daqueles que renunciaram
- &156 — DA CONJUNCAO DAS ALMAS E DAS MENTES PELO CASAMENTO
- &157 — I. Foi gravado por criação em um e outro Sexo
- &158 — II. O Amor conjugal conjunta as duas almas
- &159 — III. A vontade da Esposa se conjunta com o entendimento
- &160 — IV. A inclinação a unir a si o Esposo é constante
- &161 — V. A conjunção é inspirada ao Esposo pela Esposa
- &162 — VI. Esta conjunção se faz progressivamente
- &163 — VII. A conjunção da Esposa com a Sabedoria racional
- &166 — VIII. Por esta conjunção como fim foi dada à Esposa
- &167 — IX. As esposas encerram em si esta percepção
- &168 — X. Esta percepção é a sabedoria da esposa
- &169 — XI. A esposa pelo amor, pensa continuamente
- &170 — XII. A Esposa se conjunta ao Esposo por aplicações
- &171 — XIII. A Esposa é conjunta a seu Esposo pela Esfera
- &172 — XIV. A Esposa é conjunta ao Marido pela apropriação
- &173 — XV. Assim a esposa, recebe em si a imagem
- &174 — XVI. Há Deveres próprios do Esposo e da Esposa
- &176 — XVII. Estes Deveres conforme o auxílio mútuo
- &177 — XVIII. Os dois Esposos se tornam cada vez mais um
- &178 — XIX. Os que estão no Amor verdadeiramente conjugal
- &179 — XX. O Amor verdadeiramente conjugal considerado em si
- &180 — XXI. Os estados deste amor são à inocência
- &181 — XXII. Estas cousas não podem existir sendo no Casamento
- &182 — Ao que precede serão acrescentados dois Memoráveis
- &183 — Segundo Memorável
- &184 — DA MUDANCA DE ESTADO DA VIDA NOS HOMENS E NAS MULHERES
- &185 — I. O Estado da vida do homem desde a infância
- &186 — II. Igualmente a Forma interna do homem
- &187 — III. Estas mudanças são umas nos Homens e outras
- &188 — IV. Nos Homens há elevação da mente em uma luz
- &190 — V. Os Estados da vida são uns para os homens
- &191 — VI. Os Estados da vida após o casamento nos esposos
- &192 — VII. Os Casamentos também introduzem outras formas
- &193 — VIII. A Mulher é na realidade formada Esposa
- &194 — IX. Esta Formação se faz da parte da Esposa
- &195 — X. Esta Formação da parte da Esposa se faz pela
- &196 — XI. O fim disso é que à vontade de um e a do outro
- &197 — XII. Esta formação da parte da Esposa se faz pela
- &198 — XIII. Esta formação da parte da Esposa se faz pela
- &199 — XIV. Assim uma virgem é transformada em esposa
- &200 — XV. No Casamento de um homem com uma esposa
- &201 — XVI. Do mesmo modo também sucessivamente suas formas
- &202 — XVII. As Crianças nascidas de dois esposos
- &206 — XVIII. Isso acontece assim, porque a alma da criança
- &207 — Ao que precede ajuntarei dois Memoráveis
- &208 — Segundo Memorável
- &209 — UNIVERSAIS CONCERNENTES AOS CASAMENTOS
- &210 — I. O sentido próprio do amor conjugal é o sentido
- &211 — II. Naqueles que estão no amor verdadeiramente conjugal
- &213 — III. Nos que estão no Amor verdadeiramente conjugal
- &214 — IV. Aqueles que estão no Amor verdadeiramente conjugal
- &215 — V. Os que estão no Amor verdadeiramente conjugal
- &216 — VI. Os que estão no Amor verdadeiramente conjugal
- &217 — VII. O Amor Conjugal reside nas Esposas castas
- &218 — VIII. As Esposas amam os laços do casamento
- &219 — IX. A Inteligência das mulheres é em si mesma
- &220 — X. As Esposas não estão como os homens
- &221 — XI. Há abundância nos homens segundo o amor
- &222 — XII. As determinações estão no bel-prazer
- &223 — XIII. Há uma esfera conjugal que influi do Senhor
- &224 — XIV. Esta Esfera é recebida pelo Sexo feminino
- &225 — XV. Onde existe o amor verdadeiramente conjugal
- &226 — XVI. Onde não existe o Amor conjugal
- &227 — XVII. O Amor conjugal pode existir em um dos esposos
- &228 — XVIII. Há diversas semelhanças e diversas
- &229 — XIX. As diversas semelhanças podem ser conjuntas
- &230 — XX. O Senhor provê semelhanças para os que desejam
- &231 — XXI. O homem segundo a falta de amor conjugal
- &232 — Ao que precede serão acrescentados Três Memoráveis
- &233 — Segundo Memorável
- &234 — Terceiro Memorável
- &235 — DAS CAUSAS DAS FRIEZAS, DAS SEPARACOES E DOS DIVORCIOS
- &236 — I. Há um Calor espiritual, e há uma Frieza
- &237 — II. A Frieza espiritual nos Casamentos é a desunião
- &238 — III. As Causas das friezas em suas sucessões
- &239 — IV. As Causas internas de friezas vêm da Religião
- &240 — V. A primeira das causas internas de friezas
- &241 — VI. A Segunda das causas internas de friezas
- &242 — VII. A Terceira das coisas internas de frieza
- &243 — VIII. A Quarta das causas internas é a falsidade
- &244 — IX. As Causas expostas acima são causas de frieza
- &246 — X. Há também várias causas externas de frieza
- &247 — XI. A Segunda das causas externas de frieza
- &248 — XII. A Terceira das causas externas é a rivalidade
- &249 — XIII. A Quarta das causas externas da frieza
- &250 — XIV. A Quinta das causas externas é a desigualdade
- &251 — XV. Há também certas Causas de Separação
- &252 — XVI. A Primeira causa de legítima Separação
- &253 — XVII. A Segunda causa legítima de Separação
- &254 — XVIII. A Terceira causa de legítima Separação
- &255 — XIX. O Adultério é a causa do Divórcio
- &256 — XX. Há também várias causas acidentais de frieza
- &257 — XXI. A Segunda das causas acidentais de frieza
- &258 — XXII. A Terceira das causas acidentais de frieza
- &259 — XXIII. A Quarta das causas acidentais de frieza
- &260 — XXIV. Conforme a frieza está na mente
- &261 — Ao que precede ajuntarei Três Memoráveis
- &267 — Segundo Memorável
- &270 — Terceiro Memorável
- &271 — DAS CAUSAS DE AMOR APARENTE, DE AMIZADE APARENTE
- &272 — I. No Mundo natural quase todos podem ser conjuntos
- &273 — II. No Mundo espiritual todos são conjuntos
- &274 — III. As afeições, segundo as quais os Casamentos
- &275 — IV. Mas se nelas não há afeições internas
- &276 — V. Entretanto os laços do Casamento no Mundo
- &277 — VI. Nós Casamentos em que as afeições internas
- &278 — VII. Daí o amor aparente, a amizade aparente
- &279 — VIII. Estas Aparências são artifícios conjugais
- &280 — IX. Em um homem Espiritual conjunto a um Natural
- &281 — X. Estes artifícios conjugais nos homens naturais
- &282 — XI. São para os melhoramentos e para as
- &283 — XII. São para conservar a ordem nos negócios
- &284 — XIII. São para a harmonia no cuidado das
- &285 — XIV. São para a paz na casa
- &286 — XV. São para a reputação fora da casa
- &287 — XVI. São para diversos favores que se espera
- &288 — XVII. São para fazer desculpar os defeitos
- &289 — XVIII. São para as reconciliações
- &290 — XIX. Se na espôsa o favor não cessa
- &291 — XX. Há diversas espécies de amor aparente
- &292 — XXI. Há no Mundo casamentos infernais
- &293 — Ao que precede serão ajuntados dois Memoráveis
- &294 — Segundo Memorável
- &295 — DOS ESPONSAIS E DAS NUPCIAS
- &296 — I. A escolha pertence ao homem, e não à mulher
- &297 — II. É preciso que o homem procure e peça
- &298 — III. É preciso que a mulher consulte seus pais
- &300 — IV. Depois da declaração do consentimento
- &301 — V. O consentimento deve ser afirmado
- &302 — VI. Pelos esponsais um e outro são preparados
- &303 — VII. Pelos esponsais a mente de um é conjunta
- &304 — VIII. Isso se dá naqueles que pensam castamente
- &305 — IX. Durante o tempo do noivado não é permitido
- &306 — X. Quando o tempo do noivado está completo
- &307 — XI. Antes da celebração das núpcias
- &308 — XII. O casamento deve ser consagrado
- &309 — XIII. As Núpcias devem ser celebradas
- &310 — XIV. Depois das Núpcias, o casamento do espírito
- &311 — XV. Tal é a ordem do amor conjugal
- &312 — XVI. O amor conjugal precipitado sem ordem
- &313 — XVII. Os estados das mentes de um e de outro
- &314 — XVIII. Há uma ordem sucessiva e uma ordem
- &315 — Ao que precede ajuntarei três Memoráveis
- &316 — Segundo Memorável
- &317 — DOS CASAMENTOS REITERADOS
- &318 — I. Depois da morte de um dos esposos
- &319 — II. Depois da morte de um dos esposos
- &320 — III. Para aquele em quem não houve amor
- &321 — IV. Os que viveram entre si no amor
- &322 — V. Um é o estado do casamento de um mancebo
- &323 — VI. Um também é o estado do casamento
- &324 — VII. As variedades e as diversidades destes
- &325 — VIII. O estado de viúva é mais lastimável
- &326 — Ao que precede ajuntarei dois Memoráveis
- &330 — Segundo Memorável
- &332 — DA POLIGAMIA
- &333 — I. É só com uma única esposa que pode haver
- &335 — II. Assim, não é sendo com uma única esposa
- &336 — III. Todas estas coisas não podem existir
- &337 — IV. Por conseqüência o amor verdadeiramente
- &338 — V. Daí vem que não é permitido a um Cristão
- &339 — VI. Se um Cristão se casa com várias esposas
- &340 — VII. Foi permitido à Nação Israelita
- &341 — VIII. Hoje é permitido aos Maometanos
- &342 — IX. O Céu dos Maometanos está fora do Céu
- &345 — X. A Poligamia é uma lascívia
- &346 — XI. Nos Polígamos não pode haver nem castidade
- &347 — XII. O polígamo, enquanto permanece polígamo
- &348 — XIII. A Poligamia não é um pecado
- &349 — XIV. A Poligamia não é um pecado naqueles
- &351 — XV. Embora Polígamos, aquêles que reconhecem
- &352 — XVI. Mas nem uns nem outros podem ser
- &353 — Ao que precede ajuntarei dois Memoráveis
- &355 — Segundo Memorável
- &357 — DO CIUME
- &358 — I. O Zelo considerado em si mesmo
- &359 — II. O abrasamento ou a chama deste amor
- &362 — III. O Zelo do homem é tal qual é seu amor
- &363 — IV. O Zelo do amor bom e o Zelo do amor mau
- &365 — V. O Modo amor bom encerra em seus internos
- &367 — VI. O Zelo do Amor conjugal é chamado Ciúme
- &368 — VII. O Ciúme é como um fogo abrasador
- &369 — VIII. Há Ciúme espiritual nos monógamos
- &371 — IX. O Ciúme, nestes esposos que se amam
- &373 — X. O Ciúme nos esposos que não se amam
- &376 — XI. Em outros não há Ciúme algum
- &377 — XII. Há também Ciúme em relação às amantes
- &378 — XIII. Também há Ciúme nas bestas e nas aves
- &379 — XIV. O Ciúme nos homens e nos maridos
- &380 — Acrescentarei dois Memoráveis
- &381 — Segundo Memorável
- &385 — A CONJUNCAO DO AMOR CONJUGAL COM O AMOR DOS FILHOS
- &386 — I. Duas Esferas Universais procedem do Senhor
- &387 — II. Estas duas Esferas universais fazem um
- &388 — III. Estas duas Esferas influem universalmente
- &391 — IV. A Esfera do amor dos filhos é a esfera
- &392 — V. Esta Esfera afeta tanto os maus como os bons
- &393 — VI. Esta Esfera afeta principalmente o sexo
- &394 — VII. Esta Esfera é também a esfera da inocência
- &395 — VIII. A Esfera de inocência influi nas crianças
- &396 — IX. Influi também nas almas, dos pais
- &398 — X. No mesmo grau em que a inocência se retira
- &399 — XI. O estado racional de inocência e de paz
- &400 — XII. A Esfera do amor da procriação avança
- &402 — XIII. O Amor dos filhos desce e não sobe
- &403 — XIV. Um é o estado do amor nos esposos
- &404 — XV. O Amor conjugal é conjunto nos pais
- &405 — XVI. O Amor das criancinhas e das crianças
- &408 — XVII. Nos espirituais este amor vem do interior
- &409 — XVIII. É daí que este amor está nos esposos
- &410 — XIX. O amor dos filhos permanece depois da morte
- &411 — XX. As crianças são criadas por elas
- &413 — XXI. Lá, é provido pelo Senhor
- &415 — Ao que precede será acrescentado este Memorável
- &423 — AS VOLUPIAS DA LOUCURA SOBRE O AMOR ESCORTATÓRIO
- &424 — I. Não se sabe qual é o Amor escortatório
- &425 — II. O Amor escortatório é oposto ao Amor
- &426 — III. O Amor escortatório é oposto ao Amor
- &427 — IV. O Amor escortatório é oposto ao Amor
- &429 — V. Daí o Amor escortatório é oposto
- &430 — VI. A impureza do Inferno vem do Amor
- &431 — VII. Semelhantemente, na Igreja
- &432 — VIII. O Amor escortatório faz cada vez mais
- &434 — IX. Há uma Esfera de Amor escortatório
- &435 — X. A Esfera do Amor escortatório sobe do Inferno
- &436 — XI. Estas Esferas se encontram uma à outra
- &437 — XII. Entre estas duas Esferas há um equilíbrio
- &438 — XIII. O homem pode se voltar para a Esfera
- &439 — XIV. Uma e outra Esfera traz consigo prazeres
- &440 — XV. Os prazeres do amor escortatório começam
- &442 — XVI. Os prazeres do amor escortatório são
- &444 — Ao que precede será acrescentado este Memorável
- &445 — DA FORNICACAO
- &446 — I. A Fornicação pertence ao amor do sexo
- &447 — II. O Amor do sexo donde vem a fornicação
- &448 — III. A fornicação pertence ao homem natural
- &450 — IV. A fornicação é um desejo libidinoso
- &451 — V. Em alguns o amor do sexo não pode ser
- &452 — VI. É por isso que nas cidades populosas
- &453 — VII. O desejo libidinoso de fornicar é leve
- &454 — VIII. O desejo libidinoso de fornicar é grave
- &455 — IX. O desejo libidinoso de fornicar é mais grave
- &456 — X. A Esfera do desejo libidinoso de fornicar
- &457 — XI. É preciso velar com cuidado
- &459 — XII. Pois que o conjugal de um marido
- &460 — XIII. Naqueles que, por diversas causas
- &461 — XIV. O Pelicato é preferível
- &462 — Ao que precede ajuntarei este Memorável
- &463 — DA CONCUBINAGEM
- &464 — I. Há dois gêneros de Concubinagem
- &465 — II. A Concubinagem conjuntamente com a esposa
- &466 — III. É uma poligamia que foi condenada
- &467 — IV. É uma escortação pela qual o conjugal
- &468 — V. A Concubinagem separadamente da esposa
- &469 — VI. As causas legítimas desta Concubinagem
- &470 — VII. As causas justas desta Concubinagem
- &471 — VIII. As causas conscienciosas desta Concubinagem
- &472 — IX. As causas conscienciosas reais são
- &474 — X. As causas conscienciosas não reais são
- &475 — XI. Os que estão na Concubinagem
- &476 — XII. Enquanto dura esta Concubinagem
- &477 — Ao que precede ajuntarei este Memorável
- &478 — DOS ADULTERIOS DE SEUS GENEROS E DE SEUS GRAUS
- &479 — I. Há três gêneros de adultério
- &480 — II. O Adultério simples é o de um homem
- &482 — III. O Adultério duplo é o de um marido
- &484 — IV. O Adultério triplo é com os
- &485 — V. Há para os adultérios quatro graus
- &486 — VI. Os Adultérios do primeiro grau
- &487 — VII. Os Adultérios cometidos por eles
- &488 — VIII. Os Adultérios do segundo grau
- &489 — IX. Os Adultérios cometidos por eles
- &490 — X. Os Adultérios do terceiro grau
- &491 — XI. Os Adultérios cometidos por eles
- &492 — XII. Os Adultérios do quarto grau
- &493 — XIII. Os Adultérios cometidos por eles
- &494 — XIV. Os Adultérios do terceiro e do quarto
- &495 — XV. Os Adultérios por propósito determinado
- &497 — XVI. Chega a um ponto que por fim
- &498 — XVII. Entretanto gozam sempre da racionalidade
- &499 — XVIII. Mas eles se servem desta racionalidade
- &500 — Ao que precede ajuntarei este Memorável
- &501 — DO PRAZER LIBIDINOSO DA DEFLORACAO
- &502 — I. Do estado da Virgem ou da mulher intacta
- &503 — II. A Virgindade é a coroa da castidade
- &504 — III. A defloração sem intuito de casamento
- &505 — IV. A sorte dos que confirmaram em si
- &506 — DO DESEJO LIBIDINOSO DE VARIEDADES
- &507 — I. Pelo Desejo libidinoso de variedades
- &508 — II. Este Desejo libidinoso é um amor
- &509 — III. Este desejo libidinoso aniquila
- &510 — IV. A sorte daqueles que se abandonam
- &513 — O DESEJO LIBIDINOSO DE SEDUZIR INOCENTES
- &515 — DA CORRESPONDENCIA DAS ESCORTACOES
- &521 — Ao que precede ajuntarei este Memorável
- &523 — DA IMPUTACAO DE UM E OUTRO AMOR
- &524 — I. A cada um, depois da morte
- &525 — II. A transferência do bem de uma pessoa
- &526 — III. A imputação, se por ela é entendida
- &527 — IV. O mal e o bem é imputado
- &530 — V. Assim a cada um é imputado
- &531 — VI. Assim a cada um é imputado
- &532 — Ao que precede ajuntarei este Memorável
- &533 — FIM
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Advento do SENHOR